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Europa

Abertura a refugiados despenca popularidade do partido de Merkel

media Nesta semana, Angela Merkel tentou convencer aliados que a política de abertura a refugiados é boa para a Alemanha. REUTERS/Wolfgang Rattay

A popularidade do CDU, o partido da chanceler alemã, Angela Merkel, caiu ao mais baixo índice em dois anos. Analistas apontam as posições de abertura de Merkel aos refugiados como a principal razão para a perda, um assunto que também tem provocado vivas tensões dentro da sigla.

Segundo a última pesquisa sobre as intenções de voto dos alemães, publicada no jornal Bild deste domingo (11), a União Democrata-Cristã (CDU) recuou dois pontos e chegou a 38%. O partido continua na liderança da preferência dos eleitores alemães, mas desfruta do mais baixo índice de adesão desde as eleições legislativas de setembro de 2013.

A pesquisa mostrou que a maioria dos alemães (48%) critica a política generosa da chanceler em relação aos migrantes, em vez de apoiá-la (39%). Enquanto isso, dois partidos que condenam a abertura da Alemanha aos refugiados – o populista Alternativa para a Alemanha e o liberal FDP – ganharam um ponto e chegaram a 5 e 6% de intenções de voto, respectivamente.

Pressão vem do sul

Apesar das controvérsias, Merkel mantém a sua posição em favor dos migrantes. Ela tenta convencer os seus próprios aliados sobre as vantagens da política de abertura e os riscos do fechamento das fronteiras. A União Social-Cristã (CSU), da Bavária, é a mais combativa.

Neste fim de semana, o presidente do partido, Horst Seehofer, denunciou a “capitulação do estado” alemão. Ele ameaçou abrir um processo na Corte Constitucional do país contra o governo, do qual o seu partido faz parte.

Segundo Seehofer, Berlim é culpada de “entravar o bom funcionamento” das regiões alemães que estão confrontadas à chegada de milhares de migrantes, principalmente no sul do país. A Bavária é a região que mais recebe migrantes, vindos da vizinha Áustria.

Esse tipo de comentário tem se repetido e estragado o clima na coalizão governamental, que ainda inclui o Partido Social-Democrata (SPD). O presidente do SPD, o vice-chanceler Sigmar Gabriel, tentou baixar os ânimos neste sábado. “A CSU jamais enviaria soldados com baionetas para as fronteiras”, ironizou.

Com informações AFP

 

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