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Europa

Caso Volks: 2 milhões de veículos Audi carregam o dispositivo fraudulento

media Audi admite ter 2,1 milhões de carros com emissões manipuladas. REUTERS/Wolfgang Rattay

A marca Audi, que pertence à Volkswagen, anunciou nesta segunda-feira (28) que pelo menos 2,1 milhões de seus carros movidos a diesel também contêm o dispositivo que frauda as medições de poluição, denunciado na semana passada. O Ministério Público alemão abriu uma investigação criminal contra o ex-presidente da Volks, Martin Winterkorn.

Segundo a Audi, pelo menos 1,4 milhões dos veículos comprometidos foram destinados ao mercado europeu, sendo apenas 13 mil para os EUA. A maioria é dos modelos A3, A4 e A6, além do esportivo TT e das SUVs Q3 e Q5.

Ao renunciar ao cargo, na semana passada, Winterkorn disse que não tinha conhecimento sobre qualquer ilegalidade praticada dentro da empresa. Além da abertura da investigação, o governo alemão exige que a companhia ajuste seus modelos a diesel até o dia 7 de outubro, sob pena de retirada das licenças para os seus veículos.

Bosch

Responsáveis pelos setores de pesquisa e desenvolvimento da Porsche e da Audi - ambas filiais do grupo Volskwagen - foram suspensos de seus cargos também nesta manhã, segundo fontes próximas a estes dirigentes. Ao longo do fim de semana a imprensa alemã revelou que a Volks foi alertada em pelo menos duas ocasiões sobre o problema e não tomou nenhuma providência.

A fabricante de equipamentos alemã Bosch forneceu o dispositivo fraudador à Volkswagen em 2007, e teria então explicado se tratar de equipamentos de teste e que sua instalação nos veículos era ilegal. A revelação é do jornal alemão Bild. Já o jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung diz que um empregado da Wolks teria feito uma advertência interna em 2011, alertando o software poderia ser contra a lei. Autoridades alemãs exigem que a companhia ajuste seus modelos a diesel até o dia 7 de outubro, sob pena de retirada das licenças para os seus veículos.
 

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