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Europa

Milhares de migrantes avançam para o norte da Europa por rota dos Bálcãs

media Em Harmica, refugiados pedem que a polícia eslovena libere passagem apra seguirem viagem rumo ao norte da Europa. REUTERS/Srdjan Zivulovic

Viena se preparou para acolher neste sábado (19) mais de 10 mil migrantes que conseguiram chegar ao país por rotas abertas nos países dos Bálcãs. Depois da Croácia, a Eslovênia é a nova opção dos refugiados para tentar chegar ao norte da Europa.

Apesar da barreira de arame farpado em suas fronteiras e o discurso firme sobre o controle de migrantes, a Hungria permitiu que milhares de pessoas atravessassem seu território em direção à Áustria. Segundo a polícia austríaca, 10 mil pessoas deveriam chegar neste sábado ao país. No dia anterior, pelo menos 6.700 entraram na Áustria vindas da Hungria.

De acordo com um porta-voz da polícia austríaca, as autoridades húngaras transportaram os migrantes por ônibus até dois centros de cadastramentos perto da fronteira com a Áustria. Depois, a maioria seguiu para o território austríaco sem ser incomodada pela polícia da Hungria.

Centenas de pessoas continuam a chegar à Croácia vindas da Sérvia. A nova rota dos migrantes é explorada depois que Budapeste fechou seus postos de passagem com a Sérvia. Depois de ter aberto sua porta aos migrantes, Zagreb disse na sexta-feira (18) ter chegado à saturação. As autoridades locais admitiram ter feito pressão sobre a Hungria ao enviar refugiados em ônibus e trens para a fronteira entre os dois países.

Os migrantes agora também tentam uma nova rota pela Eslovênia, vindos da Croácia. A Agência AFP constatou que centenas de refugiados se concentravam em postos de fronteiras de Bregana e Hermica, exigindo que a polícia eslovena os deixassem passar.

Romênia se prepara para conter fluxo

O ministério do Interior da Romênia anunciou neste sábado a realização de exercícios na fronteira com a Sérvia visando se preparar para um eventual fluxo excepcional de migrantes.

O exercício no departamento de Timis, oeste do país, tem como objetivo testar a capacidade de reação das autoridades diante do fluxo observado nos países vizinhos, afirmou um comunicado do ministério.

Nas últimas semanas, as autoridades romenas intensificaram medidas de segurança na fronteira com a Sérvia, com o envio de equipamentos e equipes. A Romênia, até agora, tem sido contornada pela onda de migrantes. Bucareste propôs acolher 1.785 migrantes, mas disse ser contra a imposição de cotas para os refugiados, como defende a Comissão Europeia.

No entanto, o presidente do país, Klaus Iohannis, declarou que a Romênia poderia usar fundos europeus para aumentar a capacidade de acolhimento dos atuais centros se a Comissão insistir no sistema de distribuição de cotas.
 

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