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Europa

Com cerveja e fluxo de refugiados, começa a Oktoberfest de Munique

media Começou a Oktoberfest de Munique. REUTERS/Michaela Rehle

A cidade de Munique, no sul da Alemanha, espera receber neste sábado (19), 400.000 visitantes do mundo inteiro, muitos vestidos com roupas tradicionais alemãs, para a tradicional Oktoberfest, a festa da cerveja. As autoridades adotaram medidas especiais para evitar incidentes entre os muitos refugiados que chegaram à cidade nos últimos dias e os turistas que comparecem ao evento.

O prefeito da capital bávara, Dieter Reiter, inaugurou ao meio-dia, horário local (7h de Brasília) a 182º edição da Oktoberfest, o maior festival dedicado à cerveja em todo o mundo, ao servir o primeiro copo. A festa, que originalmente era celebrada em outubro para comemorar o casamento de Ludwig II da Baviera, foi antecipada para aproveitar o clima mais ameno de setembro.

Em 16 dias, seis milhões de pessoas devem comparecer ao evento e render quase € 1 bilhão para a economia local. Mas Munique enfrenta este ano a chegada de muitos refugiados - 40.000 nos dois últimos fins de semana -, que fogem principalmente da Síria, Afeganistão e Iraque. O retorno dos controles na fronteira com a Áustria, no domingo passado, reduziu o fluxo nos últimos dias.

As autoridades querem "separar os distintos grupos para que não aconteça nenhuma situação de conflito", sobretudo com "os solicitantes de asilo de países muçulmanos, que não estão acostumados a encontrar em público pessoas embriagadas", disse o ministro bávaro do Interior, Joachim Herrmann.

Caminhos opostos

Wilfried Blume-Beyerle, diretor da Oktoberfest no governo bávaro, explicou que os visitantes da festa serão orientados diretamente para a saída sul da estação, perto de Wiesn, o local de encontro dos apreciadores de cerveja. Já os migrantes sairão pelo norte, onde voluntários os recebem todos os dias, com refeições e produtos de primeira necessidade.
 

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