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Europa

Europeus vão às ruas em Londres e Copenhague em favor de refugiados

media Manifestantes vão às ruas de Londres para pedir melhor acolhida de refugiados. REUTERS/Kevin Coombs

Vários paíseus europeus manifestaram neste sábado (12) solidariedade em favor dos refugiados. Milhares de pessoas foram às ruas em Londres e na Dinamarca, para pedir uma melhor recepção dos migrantes que chegam à Europa. Já a França anunciou a criação de novos centros de acolhimento. Em Berlim, uma vigília com velas acontece nesta noite. 

Em Londres, manifestantes pediram ao governo conservador de David Cameron uma política de acolhimento mais generosa para os migrantes que buscam asilo na Europa, atravessando o Mediterrâneo, os Bálcãs e a Europa central. Jeremy Corbyn, recém-eleito líder do partido Trabalhista, participou do protesto e fez um apelo por mais “compaixão” por parte do governo.

Sob pressão internacional, Cameron anunciou recentemente a recepção de 20.000 refugiados sírios a mais durante cinco anos. Mas para um manifestante londrino questionado pela AFP, o número é “patético”.

Na Dinamarca, 30.000 pessoas foram às ruas de Copenhague e em outras cidades para protestar contra o endurecimento da legislação dinamarquesa para a imigração. Nesta semana, o país bloqueou temporariamente o tráfego ferroviário para impedir a passagem de migrantes.

Mais abrigos na França

Na França, o governo se prontificou a receber 24.000 refugiados até o ano que vem. Na quarta-feira, o primeiro-ministro Manuel Valls vai anunciar o número exato de novos locais de abrigo para migrantes. Paris também anunciou um reforço da “contribuição” aos organismos da ONU que se ocupam dos milhões de refugiados nos países vizinhos da Síria.

Uma vigília a luz de velas acontece nesta noite em Berlim, em favor dos migrantes. Segundo autoridades regionais, a estação ferroviária de Munique deve receber só neste sábado pelo menos 10.000 refugiados. A chanceler Angela Merkel fez um apelo para que as mulheres refugiadas aprendam alemão e não fiquem isoladas em suas comunidades de origem, a fim de facilitar a integração.
 

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