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Europa

UE cogita criar centros para acolher refugiados fora do bloco

media Milhares de migrantes, que estavam bloqueados na Hungria, chegaram neste sábado (5) à Áustria. Reuters

Os 28 ministros europeus das Relações Exteriores se reuniram nesta sexta-feira (4) e sábado (5) para discutir a grave crise migratória que atravessa a União Europeia e que divide o bloco. Eles cogitaram a criação de centros para acolher os refugiados fora da União Europeia. Mas a proposta não agrada a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, que pediu união e uma ação eficaz para resolver a crise.

Donald Tusk, presidente do Conselho europeu, se disse favorável à criação dos centros de triagem para os candidatos ao asilo, fora da Europa. Batizados de "hotspots", eles seriam instalados nas « proximidades das zonas de conflito, onde já existem campos de refugiados ». Os ministros europeus argumentam que a possibilidade de fazer os pedidos de asilo no Oriente Médio ou na África poderia convencer os migrantes a não fazer a perigosa travessia do Mediterrâneo.

Crise duradoura

Federica Mogherini recebeu com reservas a proposta. Para ela, a Europa está diante de uma "situação dramática que vai durar”. “Quanto mais cedo aceitarmos isso, mais rápido poderemos responder de maneira efetiva", acrescentou. “Não são migrantes econômicos, são refugiados que temos o dever de acolher”, insistiu Mogherini. Ela pede o fim das acusações mútuas e avalia que o futuro da Europa está em perigo se não houver “união e fé nos valores humanos” entre os integrantes do bloco.

A crise é tão grave que o ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, pediu hoje em Luxemburgo a realização de um Conselho europeu de chefes de Estado e de governo, no início de outubro.

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