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Europa

Cerca construída na Hungria não inibe passagem de migrantes

media Mulher síria com bebê de colo procura brecha para atravessar cerca de arame farpado na fronteira da Sérvia com a Hungria neste domingo, 30 de agosto de 2015. REUTERS/Laszlo Balogh

Centenas de imigrantes continuavam neste domingo (30) a atravessar a fronteira sérvio-húngara, apesar da conclusão de uma cerca de arame farpado pela Hungria. O "muro", como a imprensa francesa se refere à cerca, tem 175 km ao longo da fronteira.

Ontem, 3.080 pessoas cruzaram a fronteira, segundo informações da polícia húngara. Hoje, poucos eram os imigrantes a entrar na Hungria passando por debaixo da cerca de arame farpado, onde era possível ver muitos pedaços de roupa.

Há consenso de que a cerca não vai impedir a passagem dos migrantes. A grande maioria deles continua se dirigindo à linha férrea onde nenhuma barreira foi erguida, e onde os trens passam a baixa velocidade. Um jornalista da AFP disse ter visto neste domingo cerca de 200 imigrantes alcançarem a Hungria pelo caminho da estrada de ferro.

As autoridades húngaras instalaram para os imigrantes tendas, banheiros químicos e cestos de lixo. Na chegada, eles são levados para campos de registro de refugiados. Membros das forças especiais da polícia também foram vistos revistando os campos com cães.

"Eu venho da Síria, e estou na estrada há um mês", relatou um dos imigrantes ao repórter da AFP. E logo perguntou: "onde está a fronteira da Hungria?", sem saber que acabara de atravessá-la pelos trilhos.

Este homem explicou em inglês fluente que viajava com seu bebê e o tio dele, e que havia sido roubado durante a noite. O longo périplo dos dois cidadãos sírios e o bebê começou em um barco lotado de migrantes. Eles embarcaram na Turquia, passaram pela Grécia, depois atravessaram a Macedônia e a Sérvia.

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