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Europa

Equipe malaia chega a Paris para discutir investigação sobre acidente do MH370

media Rota do avião MH370, da Malaysia Airlines. earhustle411.com

Investigadores e especialistas franceses e malaios se reuniram nesta segunda-feira (3) em Paris para discutir o desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines. Há cinco dias, um fragmento de asa procedente de um Boeing 777 foi encontrado na ilha francesa de Reunião. Análises vão determinar se o objeto é do avião que desapareceu misteriosamente no dia 8 de março de 2014, com 239 pessoas a bordo.

A delegação malaia era composta pelo diretor geral da aviação civil e representantes da Malaysia Airlines e da justiça do país. Eles se encontraram com um dos três juízes franceses responsáveis pelo caso, além de investigadores da polícia da BEA (agência de investigações e análises, um órgão público do ministério dos Transportes).

Segundo uma fonte judiciária presente, “a reunião tratou da cooperacao entre as instituições francesas e as autoridades malaias; o juiz reafirmou o objetivo de cooperação e transparência”. A justiça francesa se envolveu no caso porque quatro das vítimas eram francesas.

Paralelamente, uma investigação internacional, coordenada pela Austrália, tem a participação de vários países, como China, Estados Unidos e a própria Malásia. A fabricante americana Boeing também vai enviar uma equipe técnica para participar das análises em Toulouse.

Exames em Toulouse

O fragmento de asa, chamado flaperon, encontrado há cinco dias em território francês no sudeste do Oceano Índico, chegou no sábado a um laboratório de Toulouse (sul da França), onde será examinado a partir de quarta-feira.

O rastro do voo, que ia de Kuala Lumpur a Pequim, foi perdido sobre o oceano Índico, por razões desconhecidas. A explicação mais plausível do ocorrido, segundo os responsáveis pela investigação, é que uma queda brusca do nível de oxigênio da aeronave deixou a tripulação e os passageiros inconscientes. O avião teria passado a voar no piloto automático até cair no mar por falta de combustível.

Super microscópio

"A peça será avaliada com exames físicos e químicos modernos, especialmente com um microscópio de varredura eletrônica que pode aumentar em até 100 mil vezes, a fim de compreender os pontos de ruptura da peça", indicou à AFP Pierre Bascary, ex-diretor de testes da Direção Geral de Armamento (DGA).

Mas, além da identificação do voo, as análises não serão capazes de desenhar o cenário da catástrofe, segundo os especialistas. "Nós não devemos esperar milagres a partir dessa análise", insiste o ex-diretor do BEA John Paul Troadec.
 

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