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Europa

Ex-comandante do Costa Concordia é condenado a 16 anos de prisão

media O comandante Francesco Schettino, durante uma sessão do julgamento REUTERS/Max Rossi

O ex-comandante do navio Costa Concordia foi condenado a 16 anos de prisão pelo tribunal de Grosseto, na Toscana, no processo aberto em julho de 2013. Francesco Schettino, foi considerado culpado pelo naufrágio do navio na costa italiana e, consequentemente pelas 32 mortes que o acidente causou em janeiro de 2012.

Schettino não foi preso imediatamente como o júri havia pedido, com medo de fuga. Assim, ele poderá recorrer em liberdade. A pena também foi menor do que esperava a acusação, que pedia 26 anos. Durante todo o processo, o comandante negou parte de sua responsabilidade no naufrágio, afirmando que se tratava de um acidente, que poderia acontecer com qualquer marinheiro.

Abandono do navio

Ele disse ainda que foi mal informado por sua equipe. Mas o que virou a opinião pública contra e ele e pode ter influenciado na condenação foi sua decisão de deixar o navio, enquanto alguns passageiros ainda se encontravam a bordo. Pelos homicídios, Schettino pegou 10 anos de prisão; a responsabilidade no naufrágio lhe custou cinco anos. O outro ano é pelo abandono do navio.

De acordo com a defesa, o comandante evitou uma catástrofe ainda maior já que 4 mil pessoas encontravam-se a bordo quando o Costa Concordia bateu em um rochedo, próximo à ilha de Giglio, na costa da Toscana. A empresa Costa Cruzeiros escapou de um processo penal ao aceitar pagar 1 milhão de euros ao Estado italiano, além de indenizar os sobreviventes e famílias das vítimas.

A empresa também terá de dividir com Francesco Schettino o encargo de pagar 30 mil euros a cada passageiro, além de milhões a diferentes ministérios, à região da Toscana e à Ilha de Giglio, pelo prejuízo ambiental causado pelo naufrágio.

 

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