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Europa

Tragédia do Costa Concórdia não foi evitada por 30 segundos, diz comandante

media O navio Costa Concordia, que naufragou em janeiro de 2012. REUTERS/Tony Gentile

Francesco Schettino, ex-comandante do navio Costa Concordia, que naufragou deixando 32 mortos há quase três anos, estimou neste sábado (13) que "30 segundos a mais" poderia ter evitado a tragédia, se tivesse sido alertado pela tripulação. 

"Nós quase conseguimos evitar o rochedo. Imaginem o que poderia ter sido feito com 30 segundo a mais, se tivessem me repassado todos os dados", declarou Schettino diante do tribunal de Grossetto, na Toscana, onde se desenrola o processo. A informação foi publicada pelo jornal local, Il Tirreno.

Francesco Schettino é acusado de vários homicídios, de ter abandonado o navio e de ter provocado danos ao meio ambiente após o naufrágio do navio, em 13 de janeiro de 2012. Se condenado, poderá pegar até 20 anos de prisão.

Durante o interrogatório feito pela promotoria, seguido dos advogados de todas as partes envolvidas no processo, Schettino rejeitou qualquer falha dos oficiais e da tripulação que se encontrava em uma passarela depois do naufrágio. Mas, ele os acusou de não lhe ter fornecido as informações necessárias em tempo hábil.

"Estou pronto a assumir minha parte de responsabilidade. Mas, trata-se de uma parte apenas", disse o ex-comandante, apontado pela opinião pública como o principal responsável da tragédia. Ele é responsabilizado principalmente por ter abandonado o navio enquanto centenas de pessoas ainda estavam a bordo. A audiência deste sábado foi a última prevista do depoimento do ex-comandante.

Segundo a imprensa local, o processo aberto em julho do ano passado está chegando ao fim: as alegações finais e argumentações dos demandantes e da defesa podem acontecer em janeiro.
 

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