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Europa

Rússia demite diretores do aeroporto onde morreu presidente da Total

media Vladimir Martynenko, o motorista do caminhão limpa-neve implicado no acidente que matou o presidente do grupo Total. AFP/VASILY MAXIMOV

O diretor do aeroporto Vnoukovo, em Moscou, Andrei Diakov, e seu adjunto, Serguei Solntsev, pediram demissão nesta quinta-feira (23), três dias após o acidente que matou o presidente da companhia petrolífera francesa Total, Christophe de Margerie. As investigações constataram irregularidades nos procedimentos da torre de controle, que era operada por uma estagiária e seu superior no momento do acidente.

Quatro funcionários do aeroporto Vnoukovo estão sob custódia da polícia russa para interrogatório, entre eles a estagiária e o controlador de voo no momento do acidente. Quanto ao motorista do caminhão limpa-neve que atravessou a pista durante a decolagem, provocando o acidente fatal, um exame indicou que ele tinha 0,6 g de álcool no sangue. Além de Margerie, três tripulantes do jatinho morreram na catástrofe aérea.

Hoje, um tribunal de Moscou decretou a prisão preventiva do motorista Vladimir Martynenko, de 60 anos. Ele ficará detido durante dois meses, no mínimo, aguardando a conclusão das investigações. Seu advogado alega que ele não estava bêbado na noite do acidente e havia ingerido "apenas algumas gotas de álcool". A rapidez com que as autoridades russas acusaram o motorista de ter causado a tragédia gerou críticas de que ele seria um bode expiatório.

Nova direção

Ontem, o grupo Total nomeou uma nova direção. Dois executivos do grupo vão dividir as funções que eram exercidas por Margerie. Thierry Desmarest, que já dirigiu a Total, volta à presidência da companhia até o final de 2015. Patrick Pouyanné, diretor da área de refino e química, assume a direção-geral do grupo. No final do ano que vem, quando Desmarest se aposentar, Pouyanné será promovido à presidência.

A Total é a maior empresa em volume de faturamento da França, número um da Bolsa de Valores de Paris. A multinacional está presente em 130 países e emprega 100 mil pessoas no estratégico setor de energia.

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