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Europa

Rússia reúne 20 mil soldados na fronteira com a Ucrânia, que mantém ofensiva

media Homem é interrogado na região de Donestk, fronteira entre Rússia e Ucrânia REUTERS/Sergei Karpukhin

Um comunicado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) emitido nesta quarta-feira (6) alerta que a Rússia reuniu 20 mil soldados próximo à fronteira com a Ucrânia e de que poderá utilizar como pretexto uma missão humanitária para invadir o leste do país vizinho.

“Não vamos adivinhar o que a Rússia tem em mente, mas podemos observar o que eles estão fazendo na região, e é uma fonte de grande preocupação. A Rússia reuniu cerca de 20 mil soldados prontos para o combate na fronteira oriental da Ucrânia”, escreveu Oana Lungescu, porta-voz da Otan.

“Este reforço militar russo agrava ainda mais a situação e prejudica os esforços para se chegar a uma solução diplomática da crise. É uma situação perigosa”, completou o comunicado.

O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, deve chegar hoje à Ucrânia. A visita ocorre a convite do presidente Petro Porochenko e deve servir para preparar uma reunião de uma comissão entre a Otan e Kiev.

Ucrânia fecha o carco a Donetsk

Pelo menos 18 soldados ucranianos foram mortos em combates no leste do país nas últimas 24 horas, segundo um porta-voz militar, Andrii Lyssenko. “Outros 54 ficaram feridos”, disse Lyssenko em um encontro com a imprensa.

Donetsk, enclave de separatistas pró-russos, foi atingida nesta quarta-feira por um ataque aéreo, o primeiro desde que o exército ucraniano começou a bombardear a região, em maio.

A noite de terça (5) foi extremamente agitada, marcada por tiros nos subúrbios oeste de Petrovski e Kirovski e por um ataque aéreo próximo ao centro, em uma intensificação do cerco ucraniano a sua província rebelde.

"O distrito de Kalininski (leste) sofreu um ataque aéreo que deixou um buraco de 4 metros de diâmetro e de 1,5 metros de profundidade na estrada. Um gasoduto foi danificado pelas explosões", afirmou a prefeitura em um comunicado.

 

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