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Europa

Combates dificultam buscas por novos corpos do voo MH17

media Intensos combates entre tropas ucranianas e rebeldes pró-Rússia no leste do país. REUTERS/Sergei Karpukhin

Os combates intensos no leste da Ucrânia dificultam as buscas pelos últimos corpos das vítimas do avião da Malaysia Airlines e as investigações no local da tragédia. Pelo terceiro dia consecutivo, os especialistas estrangeiros não puderam nesta terça-feira (29) ter acesso a zona do acidente do Boeing por causa dos confrontos na região que deixaram ao menos 17 civis mortos, entre eles três crianças.

O Exército ucraniano continua nesta terça-feira (29) ganhando redutos dos separatistas pró-russos no leste da Ucrânia. As forças governamentais retomaram ontem o controle das cidades de Shakhtiarsk e de Torez, próxima da área onde caiu o avião da Malaysia Airlines. Mulheres de soldados denunciam as condições precárias impostas aos batalhões. Faltam armas e comida, mas mesmo nessas condições rudes os soldados ucranianos têm marcado pontos contra os independentistas.

Autoridades regionais informaram nesta manhã que ao menos 17 civis, entre eles três crianças, morreram nas últimas 24h em Gorlivka, um dos redutos separatistas pró-russos, a 45 km de Donestsk. A ONU denuncia o uso de armas pesadas em áreas de habitação tanto pelos rebeldes quanto pelo exército ucraniano. As Nações Unidas indicam que mais de 1.100 pessoas morreram nos combates no leste da Ucrânia, desde meados de abril.

Investigações sobre a queda do MH17

Pelo terceiro dia consecutivo, os especialistas e policiais holandeses e australianos não puderam ter acesso nesta terça-feira à zona do acidente do Boeing por causa de bombardeios na região. O chefe da polícia holandesa, que participa da operação, admitiu que "é grande a probabilidade de que todos os corpos e bagagens das vitimas não sejam enviados à Holanda são grandes".

O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, ligou hoje para o presidente ucraniano, Petro Porochenko, para pedir o fim dos combates na área da tragédia. O avião da Malaysia Airlines foi abatido por um míssil no dia 17 de julho no leste da Ucrânia, com 298 pessoas a bordo. Kiev e potências ocidentais culpam os separatistas pró-russos pela queda do MH17.

A comunidade internacional segue mobilizada em torno dessa catástrofe aérea. A Organização da Aviação Civil Internacional ou OACI promove um encontro no Canadá para discutir os riscos para os aviões comerciais ao sobrevoar zonas de conflito.

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