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Europa

Holanda recebe mais corpos de vítimas do MH17 nesta quinta-feira

media A Holanda decretou nesta quarta-feira, 23 dia de luto nacional pelas vítimas do avião da Malaysia Airlines que caiu no leste da Ucrânia. REUTERS/Gleb Garanich

Hoje, deve chegar à Holanda mais uma leva de corpos de vítimas do avião da Malaysia Airlines que caiu no leste da Ucrânia, provavelmente abatido por um míssil. Das 298 vítimas da catástrofe, 193 eram holandeses. A União Europeia, que suspeita de envolvimento da Rússia no caso, apresenta uma nova rodada de sanções contra pessoas e entidades russas.

Ontem, as bandeiras dos países que perderam cidadãos no acidente estavam a meio-pau no aeroporto de Amsterdã-Schiphol, onde chegaram os primeiros restos mortais. Em trajes de luto, o rei Willem-Alexander e a rainha Maxima fizeram um minuto de silêncio ao lado do primeiro ministro Mark Rutte.

Depois, membros das forças armadas holandesas transportaram, em absoluto silêncio, os caixões para os carros fúnebres que os levariam à base militar de Hilversum, perto da capital, onde, durante os próximos meses, acontecerá o processo de identificação.

A cerimônia foi transmitida ao vivo pela televisão local, assim como o transporte dos corpos. De calçadas e pontes, milhares de holandeses lançaram flores e aplaudiram o cortejo. As flores também encheram a entrada do aeroporto, onde nenhum avião decolou ou pousou durante um minuto.

Marcha silenciosa

Em outras partes do país, que vivia seu primeiro dia de luto nacional desde a morte da rainha Wilhelmina, em 1962, trens, bondes e metrôs também pararam em respeito ao minuto de silêncio, ao som dos sinos das igrejas. No fim do dia, milhares de pessoas saíram às ruas vestidas de branco participaram de uma marcha silênciosa, que se estendia por mais de um quilômetro pelas ruas de Amsterdam.

Do outro lado do Canal da Mancha, também houve um minuto de silêncio durante a cerimônia de abertura dos Jogos de Commonwealth, em Glasgou, na Escócia. A rainha Elizabeth II pediu "união" nestes tempos difíceis.

Missão Policial

De acordo com Kiev, a Holanda e a Austrália estão prontas para enviar uma "missão policial supervisionada pela ONU", para preservar o local do acidente, situado em uma área controlada por separatistas, e garantir uma investigação independente.

Depois de um longo tempo de bloqueio rebelde, a maior parte dos restos mortais foi encaminhada na última terça-feira (22) para Kharkiv, cidade do leste da Ucrânia em poder de Kiev. Há, no entanto, corpos que permanecem ao relento, "à mercê do calor e dos predadores", como descreveu o primeiro ministro Tony Abbott, da Austrália, que perdeu 28 de seus cidadãos na tragédia.

Por sua vez, as caixas pretas do Boeing 777 chegaram ao Reino Unido para ser analisadas. Os dados de uma delas já foram descarregados com sucesso e os especialistas constataram que as gravações da cabine não foram alteradas. É pouco provável, no entanto, que elas permitam identificar a origem do míssil.

Novas sanções

Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia estão reunidos em Bruxelas para decidir uma nova rodada de sanções contra pessoas e entidades russas por seu apoio aos separatistas. Na quarta-feira, menos de uma semana depois da queda do MH17, dois caças ucranianos foram abatidos a poucos quilômetros do local da catástrofe. Kiev afirma que eles foram atingidos por mísseis lançados a partir do território russo.

 

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