Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 22/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 22/07 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 22/07 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 22/07 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 22/07 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 22/07 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/07 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Últimas notícias
  • Boris Johnson é o novo primeiro-ministro do Reino Unido
Europa

Infanta Cristina continua indiciada e pode ir para o banco dos réus

media A infanta Cristina, 49 anos, pode ser julgada por corrupção. REUTERS/Daniel Aguilar/Files

O juiz de instrução no caso de suposta corrupção que abalou a família real espanhola decidiu, nesta quarta-feira (25), manter o indiciamento contra a infanta Cristina, filha mais nova do ex-rei Juan Carlos I e irmã do novo monarca, Felipe VI.

Os indiciamentos, em dezembro de 2011, de Iñaki Urdangarin, marido da princesa, investigado por desvio de verbas públicas, e de Cristina, em janeiro, contribuíram para minar a popularidade do rei, que abdicou em 2 de junho.

Encerrando uma investigação iniciada em 2010 e que o chefe da Casa Real sob Juan Carlos, Rafael Spottorno, qualificou de “martírio”, o juiz José Castro, de Palma de Mallorca, emitiu um auto em que conclui que Cristina e Urdangarin, que tem o título de Duque de Palma, continuarão indiciados. A acusação tem 20 dias para apresentar o caso ao juiz.

A infanta, de 49 anos, teria, segundo o magistrado, cooperado com o marido, indiciado ao lado do ex-sócio Diego Torres, por ter supostamente desviado mais de seis milhões de euros de verbas públicas através do Instituto Nóos.

Essa sociedade sem fins lucrativos, que Urdagarin presidiu entre 2004 e 2006, assinou vários contratos com governos regionais dirigidos pelo conservador Partido Popular, para a organização de eventos esportivos. Há suspeitas também de que os sócios teriam usado o nome da infanta e do rei para conseguir contratos.

As consequências do chamado caso “Nóos” são um dos primeiros desafios diante do novo rei, Felipe VI, empossado no dia 19 de junho. Cristina não participou das cerimônias de posse.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.