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Europa

Tribunal russo rejeita pedido de libertação de integrante do Pussy Riot

media Maria Alekhina aparece em uma tela durante julgamento em tribunal russo nesta quarta-feira, 24 de julho. REUTERS/Gennady Novik

O Tribunal de Perm, nos Urais, rejeitou nesta quarta-feira um novo pedido de libertação antecipada de Maria Alekhina, uma das duas integrantes do grupo de punk-rock Pussy Riot que ainda estão presas por terem feito uma performance criticando o presidente Vladimir Putin e a igreja ortodoxa russa.

A mobilização pela libertação das Pussy Riot, presas há mais de um ano, não esmorece. Mais de 100 músicos de renome internacional, incluindo Madonna e Elton John, lançaram um apelo na segunda-feira em favor da libertação das duas jovens.

Maria Alekhina cumpre sua pena em uma colônia penitenciária na região dos Urais, enquanto Nadeja Tolokonikova está presa na Mordóvia, uma região no leste da Rússia. O recurso desta última será examinado na sexta-feira.

As duas cantoras já tiveram pedidos de liberação antecipada recusados pela justiça. Uma terceira integrante do grupo, Ekaterina Samoutsevitch, está em liberdade condicional desde outubro.

As integrantes do Pussy Riot foram presas em fevereiro de 2012. Em agosto elas foram condenadas a dois anos em um campo de trabalhos forçados por "vandalismo" e "incitação ao ódio religioso".

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