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Europa

Começa julgamento de jornalista grego que denunciou fraude fiscal

media O jornalista grego, Costas Vaxevanis, aguarda sua audiência do lado de fora do tribunal em Atenas, nesta quinta-feira. REUTERS/Yorgos Karahalis

O jornalista grego, Costas Vaxevanis, de 46 anos, da revista Hot Doc, comparece nesta quinta-feira diante do tribunal em Atenas para responder às acusações de violação de informações sigilosas. Ele publicou uma lista com os nomes de 2059 gregos suspeitos de possuírem contas no banco HSBC, The Hongkong and Shanghai Banking Corporation Limited, na Suíça e que teriam sido beneficiados pela vista grossa de vários governos sucessivos.

Apesar de uma greve geral dos advogados nesta quinta-feira na Grécia contra as medidas de austeridade do governo, os advogados do jornalista foram autorizados pelo sindicato da categoria a representá-lo diante da Justiça. No domingo, ele chegou a ser detido pela polícia e em seguida foi liberado.

Em sua defesa, Vaxevanis vai alegar o direito dos jornalistas de publicar documentos sigilosos para denunciar casos de evasão fiscal, um dos graves problemas da Grécia. Ele denuncia a hipocrisia do sistema judicial do país submisso a corrupção política. Em 2010, a ex-ministra francesa da Economia, Christine Largarde, hoje chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), encaminhou às autoridades de Atenas uma lista de empresários e cidadãos gregos com contas no paraíso fiscal europeu, mas nenhuma medida foi tomada contra eles.

Inicialmente, os nomes recebidos por Lagarde foram enviados por um funcionário do HSBC e faziam parte de um documento que denunciava fraudes fiscais de cidadãos e empresas de diferentes países. O escândalo vem à tona em um momento em que o governo de coalizão é confrontado à indignação crescente nas ruas, diante das medidas de austeridade impostas pelos credores da Grécia.

 

 

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