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Europa

Comissão Europeia propõe cotas para mulheres em cargos de direção

media Viviane Reding, membro da Comissão Européia, em bruxelas, em foto de 2010. REUTERS / Thierry Roge

A Comissão Europeia propôs uma nova lei que impõe uma cota de 40% de mulheres nos conselhos de administração das empresas de capital aberto, um projeto que enfrenta oposição entre os membros dos 27 países da União Europeia.

O projeto de diretiva desagradou o governo britânico, que, de acordo com o jornal Financial Times, escreveu uma carta aos outros integrantes do bloco pedindo que o assunto seja tratado como uma questão nacional, fora do âmbito europeu. Apesar da iniciativa, é pouco provável que os britânicos obtenham o apoio de 10 Estados, que é o mínimo estipulado pela Comissão Europeia para bloquear o processo.

A nova lei prevê que 40% dos cargos nos conselhos de administração das empresas de capital aberto sejam reservados às mulheres. Atualmente, apenas 13,7% dessas vagas são ocupadas por executivas. O texto estipula um mínimo de 30%. O objetivo é que as empresas se adequem à lei até no máximo em 2020, e que esse número chegue a 50%.

Em março, a comissária europeia para a Justiça, Viviane Reding lançou um desafio para os dirigentes de empresas de capital aberto europeias. A representante da UE pediu a assinatura de um compromisso estipulando a presença de 30% de mulheres até 2015 nos cargos de direção e 40% até 2020. Para o Parlamento Europeu, a iniciativa é válida, mas o progresso é lento. O que levou os deputados a sugerirem uma mudança na legislação para impor as cotas.
 

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