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Europa

Bao Bao, panda que a China deu para ex-chanceler, morre em Berlim

media Os pandas gigantes no zoológico francês de Beauval, em janeiro de 2012 REUTERS/Benoit Tessier

Bao Bao, o panda macho mais velho do mundo, morreu nesta quarta-feira no zoológico de Berlim. O urso pertencia ao ex-chanceler alemão Helmut Schmidt, que ganhou o animal do governo chinês nos anos 80.

O dirigente chinês Hua Guofeng ofereceu Bao Bao ao ex-chanceler durante uma visita oficial à Alemanha, em novembro de 1980. Ele era o último representante de sua espécie vivo no país, e segundo um comunicado do zoológico, "morreu tranquilamente, enquanto dormia", na sua jaula. Uma autópsia deverá determinar a causa de sua morte.

O panda viveu com a fêmea Tjen Tjen até 1984. Em 1991, os biólogos tentaram uma reprodução em cativeiro com outra panda, Ming Ming, em Londres, mas sem sucesso. Bao Bao não é o único panda oferecido pelos chineses às autoridades alemãs. Em 1994, o dirigente Li Peng trouxe Yan, Yan, uma outra fêmea, que passou a divider a jaula com o Bao Bao, mas os dois não chegaram a reproduzir. Yan Yan morreu em 2007, aos 22 anos e desde então, Bao Bao ocupa sozinho sua jaula.

A China é conhecida pela chamada "diplomacia panda." Além de já ter presenteado alguns líderes estrangeiros, o governo costuma emprestar os animais para alguns países, como Estados Unidos, Japão, Tailândia, Áustria, México, Alemanha, Espanha, Escócia e França, cobrando de cerca de 1 milhão de dólares por ano. O dinheiro é revertido para programas de preservação do animal. Caso haja reprodução em cativeiro, os filhotes devem voltar para o país na puberdade. Cerca de 1600 pandas vivem atualmente em estado selvagem na China e 240 em cativeiro. O custo anual de manutenção de um animal pode chegar a U$ 1 milhão por ano.

 

 
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