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Economia

Zona do euro pode agir com BCE e ativar fundos de estabilização

media Segundo o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, é necessário utilizar todos os meios possíveis para proteger a estabilidade da zona do euro. REUTERS/Yves Herman

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, declarou que a zona do euro está pronta para agir de maneira coordenada com o Banco Central Europeu (BCE) e, pela primeira vez, ativar o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF). A entrevista foi publicada neste domingo à noite no site do jornal francês Le Figaro. Para Juncker, a decisão é uma prova da determinação dos líderes europeus de forma a acalmar os mercados e a salvar o euro. 

“Nós agiremos com o BCE, sem interferir na sua independência”, garantiu. Segundo ele, a medida será tomada daqui a alguns dias após a observação dos mercados.

"Os países do euro chegaram a um ponto em que temos que usar todos meios possíveis para mostrar que estamos determinados a proteger a estabilidade da zona do euro." De acordo com Juncker, os líderes europeus também estão determinados a manter a Grécia no bloco.

“Não há mais tempo a perder”, reiterou, salientando que a tensão sobre as taxas da dívida espanhola se acalmaram após as declarações do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi. Na última quinta-feira, o dirigente italiano assegurou que o BCE fará tudo para salvar o euro, resultando em expectativas sobre um novo programa de compra de dívida.

Na sexta-feira, foi a vez da França e a Alemanha se afirmarem determinadas a proteger a sua moeda. Já neste domingo, através de seu porta-voz, foi o chefe do governo italiano, Mario Monti, que ratificou a mesma posição, após uma reunião telefônica com a chanceler alemã Angela Merkel no sábado. No comunicado divulgado hoje, Itália e Alemanha se dispõem a colocar em prática as decisões estabelecidas nos dias 28 e 29 de junho pelo Conselho Europeu “o mais rápido possível”.

O Fundo Europeu de Estabilidade Financeira nunca foi ativado porque ele implica na assinatura de um memorando e em novas reformas – o que Madrid e Roma tinham se recusado a fazer até então.

 

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