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Europa

Missa relembra um mês do naufrágio do Costa Concordia

media O presidente Giorgio Napolitano consola uma parente de uma das vítimas do naufrágio. Reuters/Presidência da República

O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, declarou que as investigações sobre as circunstâncias do naufrágio do navio de cruzeiro Costa Concordia, na ilha italiana de Giglio, na Toscana, em 13 de janeiro, devem continuar. Ele participou de uma missa em memória das 32 pessoas mortas no acidente.  

Foi em Roma, na basílica de Santa Maria dos Anjos, que foi celebrada uma missa na véspera do primeiro mês do naufrágio.

O presidente Napolitano assistiu a cerimônia ao lado dos parentes e amigos das vítimas e lamentou a parte de responsabilidade da Itália na tragédia.

"Nossos mergulhadores e bombeiros fizeram todo o possível para encontrar os corpos, mas o trabalho ainda não está completamente acabado", declarou o chefe de Estado. Napolitano disse que tem grande admiração pelos habitantes de Giglio, pelas autoridades locais e pelos representantes das forças da ordem por tudo o que fizeram.

O cardeal Angelo Bagnasco, presidente da Conferência de bispos italiana, celebrou a missa.

Os fatos

O gigantesco navio Costa Concordia bateu em uma rocha, antes de naufragar nos arredores da ilha de Giglio.

O acidente deixou 32 mortos, dos quais 15 não foram encontrados. Havia 4.229 passageiros e tripulantes a bordo, de mais de 40 nationalidades.

O capitão Francesco Schettino, acusado de homicídio por imprudência, naufrágio e abandono de navio, está em prisão domiciliar e é considerado o principal responsável.

 

 

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