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Europa

Buscas por corpos na parte submersa do Costa Concordia são encerradas

media Segundo a defesa civil italiana, a segunda-feira foi o último dia que os mergulhadores desceram para realizar buscas no navio. REUTERS/Vigili del Fuoco/Handout

A busca pelos corpos dos desaparecidos do naufrágio do Costa Concordia na parte submersa do navio foi encerrada “definitivamente” nesta terça-feira devido à falta de segurança para o trabalho dos mergulhadores, anunciaram os bombeiros e a defesa civil da Itália. Ainda restam 15 pessoas desaparecidas após o naufrágio da embarcação, ocorrido em 13 de janeiro.

"Suspendemos definitivamente as buscas submarinas dentro do navio", afirmou um porta-voz dos bombeiros. A procura por vítimas na parte que não está afundada e nos arredores do Costa Concordia, entretanto, vai permanecer.

Segundo a defesa civil, que informou a decisão às famílias e embaixadas envolvidas, não há mais condições de segurança para operar na parte submersa do cruzeiro. A decisão foi tomada pelo diretor técnico da equipe de buscas, Ennio Aquilino, em acordo com autoridades e depois de ter recebido uma avaliação técnica sobre a deformação do casco do navio, onde foram abertas brechas nos últimos dias. A maior preocupação é que os mergulhadores não consigam sair do cruzeiro em caso de emergência, considerando que algumas partes da embarcação estão a 20 metros de profundidade.

Uma porta-voz disse ainda que o corpo da 17ª vítima encontrada no navio é “muito provavelmente o de uma alemã nascida em 1945”. O Costa Concordia afundou depois de se chocar contra uma rocha nas proximidades da ilha de Giglio, com 3,2 mil passageiros e mais de mil funcionários a bordo. O comissário especial para assuntos do naufrágio, Franco Gabrielli, estabeleceu o balanço de 32 mortos, dos quais 17 tiveram os corpos resgatados.
 

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