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Europa

Assange ganha mais 14 dias para evitar extradição à Suécia

media O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, deixa o tribunal em Londres nesta segunda-feira. REUTERS/Stefan Wermuth

O Supremo Tribunal de Justiça do Reino Unido aceitou analisar um pedido de recurso dos advogados do australiano Julian Assange que poderá, eventualmente, evitar sua extradição à Suécia. Em seu parecer, a Corte reconhece que o caso do fundador do WikiLeaks é de interesse público.

O Supremo Tribunal de Justiça do Reino Unido tomou uma decisão complexa. A Corte se recusou a acatar o recurso de defesa de Assange, mas deu um prazo de 14 dias para os advogados do australiano apresentarem um pedido de apelação. O documento será analisado por três juízes do Supremo britânico, explicou a advogada de Assange Gareth Peirce. "Se os juízes rejeitarem os argumentos da defesa, aí os recursos estarão esgotados e o caso encerrado", disse a advogada.

No dia 2 de novembro, um tribunal de Londres acatou o pedido de extradição de Assange para a Suécia, onde ele é acusado por duas mulheres suecas de estupro e assédio sexual. Tentando evitar a extradição a qualquer preço, pelo temor que ela implique numa extradição futura para os Estados Unidos, os advogados de Assange contestaram a decisão com o novo recurso ao Supremo Tribunal de Justiça.

A Corte baseiou sua decisão de hoje no interesse público. Na linguagem jurídica, interesse público no caso específico de Assange significa avaliar se um procurador do Estado, no caso sueco, poderia ter lançado um mandado de prisão europeu contra o fundador do WikiLeaks.

No final de outubro, o site de vazamentos de documentos confidenciais foi obrigado a suspender suas atividades por falta de recursos, após um bloqueio imposto pelas empresas de crédito Visa e Mastercard. O site voltou à ativa no dia 1° de dezembro, com a publicação de novos documentos confidenciais que mostram como os governos espionam a vida de seus cidadãos.

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