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Europa

Maior greve do Reino Unido atinge transportes, hospitais e escolas

media Alunos, pais e funcionários da escola Chapel Allerton fazem piquete em Londres nesta quarta-feira. REUTERS/Nigel Roddis

Desde a madrugada desta quarta-feira, servidores britânicos começaram a fazer piquetes em frente a prédios públicos, na maior greve de 24 horas do Reino Unido nas últimas décadas. Em um país pouco acostumado a manifestações desta amplitude, dois milhões de trabalhadores devem aderir à mobilização convocada por 30 sindicatos contra a reforma da aposentadoria do governo de David Cameron.

As manifestações desta quarta-feira são contra o plano que prevê aumento das contribuições dos trabalhadores para as pensões, limitação de aumentos salariais no setor público a 1% e a mudança da idade mínima para se aposentar com a pensão integral de 60 anos para no mínino 66 anos, uma década antes do que o previsto. Os trabalhadores reclamam que vão « trabalhar mais e receber menos ».

Segundo o governo, a greve deve provocar prejuízos de cerca de 500 milhões de libras à economia. Mas uma pesquisa de opinião indica que 41% dos britânicos são à favor do movimento grevista.

Vários serviços públicos estão fechados e outros funcionam parcialmente, como escolas, hospitais e transportes. Mais de 70% dos estabelecimentos escolares não abriram e muitos pais tiveram que faltar ao trabalho para ficar em casa com seus filhos. Para evitar as ausências de empregados, o governo pediu aos chefes de empresas que aceitem excepcionalmente a presença de crianças nos escritórios.

Aeroportos de Londres

A situação nos aeroportos estava mais tranquila do que o previsto nesta manhã. Apesar do cancelamento de alguns voos na Grã-Bretanha, os principais aeroportos da Inglaterra, Heathrow et Gatwick, que seriam teoricamente os mais vulneráveis, apresentavam o tráfego aereo praticamente normal. Os trens de grande velocidade da Eurostar não têm grandes perturbações.

Segundo o governo, a reforma da aposentadoria se faz necessária devido ao aumento da esperança de vida da população e à importância do equilíbrio entre os setores público e privado.

O discurso do primeiro-ministro David Cameron não é bem digerido, já que ele acaba de anunciar um congelamento dos salários dos funcionários públicos até 2013 e a supressão de 710 mil pontos de trabalho até 2017.

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