Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 18/11 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 18/11 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 18/11 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 18/11 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 18/11 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 18/11 08h30 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 17/11 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 17/11 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Esportes

Paris sediará Olimpíada de 2024, revela fonte da prefeitura

media Depois de 100 anos, paris volta a sediar os Jogos Olímpicos. REUTERS/Jean-Paul Pelissier

Depois de três candidaturas derrotadas, Paris está à beira de sediar os Jogos Olímpicos de 2024 graças a um dossiê de candidatura bem equilibrado e uma coincidência de circunstâncias favoráveis. Los Angeles, por sua vez, aceitou ser candidata a sediar a Olimpíada de 2028, informou o Comitê Olímpico Internacional (COI).

Uma fonte da prefeitura de Paris informou nesta segunda-feira (31) à agência AFP que o Comitê de candidatura da cidade de Los Angeles, na Califórnia, fechou um acordo com o COI para que a cidade sedie os Jogos Olímpicos de 2028, cedendo os Jogos de 2024 para Paris. Menos de uma hora depois, a desistência de Los Angeles foi confirmada pelo COI, mesmo que a atribuição dos Jogos a Paris ainda não tenha sido oficialmente anunciada.

A campanha

Depois de campanhas com orçamentos estratosféricos como as de 2012, 2016 e 2020 (Tóquio), a capital francesa assistiu a seus concorrentes abandonarem o ringue pouco a pouco: Boston (substituída por L.A.), Hamburgo, Roma e, por fim, Budapeste, deixando Paris face a face com Los Angeles, o que se apresentava como uma disputa dificílima para o Comitê Olímpico Internacional. Como decidir entre dois finalistas de alta qualidade sem ofender a França ou os Estados Unidos?

Valeu a antecedência da candidatura parisiense, a adequação do seu projeto com o centenário dos Jogos de Paris em 1924 e a determinação da sua equipe de campanha

Aprendendo com os erros anteriores

Com as dolorosas derrotas em 1992, 2008 e, sobretudo, em 2012 para Londres, o movimento esportivo francês aprendeu uma valiosa lição: no futuro, caberia aos atletas liderar as candidaturas, tentando convencer os políticos de se manterem afastados.

Bernard Lapasset, presidente da World Rugby, foi o primeiro chefe do comitê da candidatura 2024. Depois, chegaram o tricampeão olímpico de canoagem Tony Estanguet, seguido Teddy Riner (judô), Marie-José Pérec (atletismo) e outros heróis nacionais franceses do campo esportivo.

Liderando a equipe de candidatura, Lapasset conseguiu convencer ministros, chefes de Estado, presidentes de regiões e, finalmente, a prefeita de Paris Anne Hidalgo a se manterem à sombra do movimento Paris 2024.

“Nós apresentamos garantias sérias, confiáveis e, sobretudo, nós mostramos a importância de contar com atletas no processo de candidatura”, disse Lapasset em 2016, mostrando uma foto do comitê de candidatura de 2005, na qual só apareciam políticos.

Rio 2016 x Paris 2024

Em comparação com os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, onde quase todas as instalações tiveram que ser construídas a partir do zero, e onde a Vila Olímpica não trouxe nenhum benefício para as camadas mais carentes da população, o projeto de Paris 2024 prevê poucas construções e uma Vila Olímpica que atenderá à demanda de moradias populares no norte da capital francesa.

Fora a Vila Olímpica e um complexo de natação, tudo já está pronto em Paris, o que permitiu ao comitê de candidatura apresentar um orçamento modesto, que não deve passar os US$ 7 bilhões.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.