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“Preciso melhorar alguns detalhes para voltar entre os 50 melhores”, diz Bellucci

“Preciso melhorar alguns detalhes para voltar entre os 50 melhores”, diz Bellucci
 
O paulista Thomaz Bellucci na edição 2017 em Roland Garros. Foto: Pierre René-Worms

A edição 2017 de Roland Garros é especial para o Brasil. Há 20 anos, Gustavo Kuerten erguia seu primeiro troféu no saibro parisiense. Torcedores com camisetas iguais à usada pelo maior tenista do país na final de 1997 circulam pelos corredores e pelas quadras do famoso complexo de tênis. Eles incentivam a nova geração de tenistas, que, no entanto, não consegue seguir os passos do ídolo e do maior nome do tênis nacional. Desde Guga, nenhum outro brasileiro chegou muito longe no torneio.

Neste ano, quatro brasileiros estiveram no quadro principal. Apenas uma representante no feminino, Beatriz Haddad Maia, e três no masculino, Thomaz Bellucci, Rogério Dutra Silva e Thiago Monteiro, que quebraram um tabu. Pela primeira vez desde 2003, em Wimbledon, três tenistas estrearam com vitórias e passaram para a segunda rodada de um Grand Slam. Mas, na sequência, caíram.

Nos últimos anos, a melhor participação em Roland Garros foi de Thomaz Bellucci, quando, em 2010, chegou às oitavas-de- final e foi eliminado por ninguém menos que o espanhol Rafael Nadal, que busca seu 10° título no saibro parisiense.

Bellucci nunca mais repetiu a bela campanha e, neste ano, voltou a decepcionar. O começo foi bom, com vitória de virada sobre o sérvio Dusan Lajovic. Depois, a decepção, derrota de 3 sets a 0 para o francês Lucas Pouille. Apesar do bom início da gira com boa participação em Roma, o paulista de 29 anos, 61° no ranking, caiu de produção e, após derrota para Pouille, admtiu que precisa melhorar muito para voltar a estar no grupo dos 50 melhores.

“Anos atrás eu peguei chaves difíceis e complicadas, Nadal, dois ou três cabeças de chave difíceis, mas depois meu desempenho ficou aquém do que eu gostaria”, admitiu Bellucci, que já esteve em 21° no ranking da ATP.

“Está faltando encaixar algumas coisas, desde a parte física até a parte técnica. Uma coisa tem que ajudar mais a outra. Não estou em um momento que estou feliz dentro da quadra. Preciso melhorar, tenho muitas coisas para melhorar, talvez trabalhar fisicamente de maneira diferente. Tenho que sentar com minha equipe para ver o que fazer nas próximas semanas. Tecnicamente, na parte defensiva no meu jogo, preciso melhorar também. Se eu conseguir melhorar alguns detalhes, talvez consiga voltar a ficar entre os 50 melhores do mundo nos próximos torneios”, diz, otimista.

Rogerinho disputou pela quarta vez o torneio no saibro parisiense. Foto: Pierre René-Worms

Bom momento

Rogério Dutra Silva é um dos jogadores com maiores participações no torneio francês. Nesta quarta participação, ele venceu na primeira rodada com muita raça o russo Mikhail Youzhny por 3 sets a 2, mas caiu na rodada seguinte diante do canadense Milos Raonic, cabeça-de-chave número 5, após derrota por 3 sets a 1.

Aos 33 anos, e 79° no ranking, Rogerinho fez um balanço positivo na sua passagem pelo quadro simples, e pelo fato de que desde 2003 em Wimbledon, o Brasil não tinha tido três tenistas classificados para a segunda rodada de um Grande Slam. Mas, também lamentou que poucos brasileiros estiveram esse ano no qualifying.

João Souza, o Feijão, foi o único a disputar a etapa qualificatória para tentar entrar no quadro principal, mas não conseguiu. “Por um lado é bom porque muita gente subiu de nível, mas por outro, não tem tanta gente no quali. Eu acho que o tênis brasileiro está em um momento bom”, ponderou.

 

Thiago Monteiro teve estreia vitoriosa no Grand Slam francês antes de cair na segunda rodada. Foto: Pierre René-Worms

Thiago Monteiro é uma das promessas do tênis brasileiro. Para o cearense de 23 anos, Roland Garros ficará marcado como sua primeira vitória em um Grand Slam na carreira. Na primeira rodada passou pelo francês Alexander Muller, mas depois foi atropelado por outro francês, mas bem mais forte: Gael Monfils. Thiago teve o prazer de jogar na quadra principal, a Philippe Chatrier,” a mesma onde Guga levantou seus três troféus. Um momento especial para o cearense:

“Foi uma excelente experiência. Sem dúvida ficará marcado para sempre ter jogado na (Philippe) Chatrier, uma quadra tão histórica. É uma quadra que tem boas lembranças para o Brasil, com o Guga campeão, o Marcelo Melo no torneio de duplas em 2015. Foi uma honra ter jogado em uma quadra tão histórica para o tênis e espero voltar o ano e fazer um resultado melhor e jogar muitas outras vezes”, disse o tenista.

Thiago Monteiro volta agora ao Rio de Janeiro onde treina, para se preparar para uma outra gira, como os tenistas chamam o período longo de viagens para participar de vários torneios internacionais.

"Semana positiva"

Já no feminino, Beatriz Haddad Maia foi a única brasileira este ano em Roland Garros. Depois de passar por três jogos difíceis do qualificatório, a paulista de entrou no quadro principal e na véspera de completar 21 anos, foi eliminada logo na estreia pela russa Elena Vesnina, por 2 sets a 1.

“Foi uma semana muito positiva. Em qualquer torneio você pode perder na primeira rodada, seja no qualifying ou na chave. O circuito está muito duro. Tenho que levantar a cabeça e semana que bem tem mais”, afirmou, confiante.

Beatriz Haddad Maia perdeu na primeira rodada de Roland Garros. Foto: Pierre René-Worms

Os planos de Bia são de jogar três torneios preparatórios na grama para o próximo grande desafio: o torneio de Wimbledon, que começa no final de junho. Ela ainda aguarda a divulgação do ranking para saber se poderá disputar o qualificatório do terceiro Grand Slam do ano.
 


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