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Esportes

Fórmula 1 é "cara demais", reclama presidente da Federação Internacional

media O alemão Sebastian Vettel, da Ferrari, comemora vitória do Grande Prêmio de Fórmula 1 da Austrália REUTERS/Jason Reed

O presidente da Federação Internacional do Automóvel (FIA), Jean Tod, declarou neste domingo (26), após o GP da Austrália, reclamou do número reduzido de equipes na modalidade. Segundo ele, o custo para participar do esporte é um dos obstáculos.

"A Fórmula 1 é o principal esporte automotor, um grande espetáculo, mas é caro demais", lamentou o presidente da FIA, Jean Todt. "Atualmente, só há 10 equipes no campeonato, quando há potencial para 12 vagas, e claramente deveríamos ser capazes de completar esses lugares, mas a única maneira de fazer isso é provavelmente com uma distribuição diferente do dinheiro", completou o dirigente francês à imprensa em Melbourne.

Todt, contudo, lembrou que não é prerrogativa da FIA, cujo papel se limita a regulamentar a categoria. Para o francês, ex-diretor da Ferrari, os carros atuais são "muito sofisticados, provavelmente tecnológicos demais, caros demais, complicados demais e, por um lado, confiáveis demais", capazes de ficar na pista por 70 ou 80 voltas seguidas nos testes, quando no passado completar cinco voltas era algo "fantástico".

O presidente da federação afirmou também que conversa regularmente com o novo proprietário da Fórmula 1, o grupo americano Liberty Media, "para melhorar as coisas". Todt não adiantou se irá se candidatar à reeleição na FIA em 2017.

Vettel supera Hamilton e vence GP da Austrália de F1

As declarações foram feitas às margens do Grande Prêmio de Fórmula 1 da Austrália, vencido pelo alemão Sebastian Vettel (Ferrari), que cruzou a linha de chegada à frente do favorito britânico Lewis Hamilton (Mercedes), que largou na pole position.

O tetracampeão do mundo alemão não vencia um GP desde Cingapura 2015, a maior seca de sua carreira desde a primeira vitória, em 2008. O outro carro da Mercedes, do finlandês Valterri Bottas, completou o pódio.

(Com informações da AFP)

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