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Esportes

Liga dos Campeões: PSG massacra Barcelona e fica perto das quartas

media O argentino Angel Di María comemora o primeiro gol do PSG contra o Barcelona pela Liga dos Campeões. Foto: Reuters

Uma vitória histórica. Com dois gols de Di María , um de Draxler e outro de Cavani, o Paris Saint-Germain aplicou uma surpreendente goleada de 4 a 0 sobre o time catalão, que teve uma atuação decepcionante. Com o resultado, o time parisiense deu um grande passo para conquistar a vaga para a próxima fase da competição.

Dominador e eficiente, o PSG fez na noite desta terça-feira (14) no Parc des Princes, em Paris, uma apresentação que deverá ficar nos anais do clube. Nem o mais otimista torcedor poderia imaginar uma partida com tantos gols contra uma das melhores equipes do mundo.

“É de jogos e vitórias assim que é feita história de um clube. Estamos todos contentes”, comemorou Marquinhos na saída de campo. “Todo mundo estava com muita vontade de ganhar. A partida foi muito bem preparada pelo nosso treinador. Todos seguiram o plano tático muito bem. Quando se junto o trabalho, a vontade, a eficiência, esse é o resultado”, disse, em entrevista à RFI Brasil.

De fato, durante toda a partida, o PSG mostrou dedicação, aplicação tática, solidez na defesa e meio campo, e aproveitamento no ataque. Mesmo sem o capitão Thiago Silva, ausente por lesão, o time parisiense não teve dificuldades em anular o trio de ataque MSN (Messi, Suárez e Neymar), que em noite pouco inspirada, não deu trabalho para os parisienses.

O argentino foi uma das grandes decepções, com uma atuação apagada. "O engajamento e a agressividade foram fundamentais neste jogo”, declarou Meunier, um dos destaques defensivos do PSG contra o Barca.

A torcida nas arquibancadas, vibrando muito desde o apito inicial, contribuiu para um espetáculo que foi mais impressionante dentro de campo. Desde o início o time parisiense soube sair da marcação na saída de bola e avançar com rapidez do meio de campo para o ataque. As primeiras iniciativas foram do time parisiense, embora o Barcelona apostava na rapidez dos contra-ataques.

Mas a noite era do PSG. Di María abriu o placar aos 18 minutos, em cobrança de falta que cobriu a barreira. Com a vantagem, o time parisiense continuava controlando a maior parte das ações e dava poucas chances ao adversário. A melhor oportunidade do Barcelona foi aos 27 minutos com Suárez depois de belo lance de Neymar pelo meio. Mas o goleiro Trapp defendeu e tirou para escanteio.

O PSG foi encontrando espaços na defesa e mostrou bastante agressividade ofensiva, criando boas oportunidades de gol. Aos 40, Draxler foi lançado na ponta direita e chutou cruzado, ampliando o placar.

Segundo tempo, mesmo roteiro

O Barcelona tentou ser mais ofensivo no segundo tempo, mas foi logo surpreendido com um novo lance rápido do ataque parisiense com o argentino Angel Di María, que marcou seu segundo gol na partida, aos 10 minutos.

Com a vantagem confortável e conseguindo anular as criações de jogadas de uma equipe apática e sem capacidade de furar o bloqueio defensivo, o time parisiense chegou ao quarto gol com Cavani, aos 26 minutos.

A noite não era mesmo de Neymar. Além de perder os principais duelos contra o lateral direito Meunier, o brasileiro desperdiçou uma boa oportunidade já no final da partida ao chutar para fora uma bola de dentro da área e livre de marcação. Sua melhor assistência foi em uma rápida jogada no primeiro tempo quando fez bela jogada, pelo meio e deixou Suarez livre, mas Trapp fez boa defesa e a bola foi para escanteio. Ele deixou o estádio mancando e deve se recuperar para a partida de volta no próximo 8 de março.

Apesar da ampla vantagem, o discurso do zagueiro Marquinhos é de prudência. “Já tivemos vitórias aqui no passado e depois fomos eliminados. Temos que continuar concentrados e fazer o mesmo que fizemos nesta partida”, declarou, sem esconder o otimismo com a situação confortável da equipe para o jogo de volta no Camp Nou.

 

 

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