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Esportes

Campeã olímpica Rafaela Silva decepciona no Grand Slam de Paris

media A Confederação Brasileira de Judô publicou a foto dos quimonos de Rafaela Silva e Eric Takabatake com os resultados do Brasil em Paris neste sábado, 11 de fevereiro de 2017 CBJ

A judoca Rafaela Silva perdeu neste sábado (11) a disputa pela medalha de bronze no Grand Slam de Paris e foi a maior decepção da equipe brasileira neste primeiro dia de competição.

Não saiu exatamente como planejado a volta de Rafaela Silva ao circuito das grandes competições internacionais de judô e também na estreia do novo quimono, que leva nas costas as inscrições em dourado de seu nome e das iniciais do país que representa.

A distinção se deve ao ouro conquistado nos Jogos do Rio, e foi na condição de campeã olímpica que ela entrou no tatame parisiense como favorita. Mas depois da derrota por ippon na segunda luta para a coreana Younjeong Kwon, em apenas 15 segundos de combate, a carioca teve que brigar pelo bronze na repescagem. Depois de passar pela canadense Catherine Pinard-Beauchemin, ela encarou e perdeu para a francesa Priscilla Gneto, deixando de repetir o bronze conquistado outras duas vezes na mesma competição (2014 e 2016). Ela terminou em quinto na classificação geral. Enquanto Rafaela deixava a área de combate se recusando a falar com jornalistas, sua adversária celebrava o feito: "Eu não tinha nada a perder, ela que é campeã olímpica".

Sarah ganha experiência na nova categoria

Já Sarah Menezes, que também levou o bronze em Paris no ano passado, desta vez parou na última marcha antes do pódio. Competindo pela segunda vez no ano e pela primeira vez em um Grand Slam na nova categoria - até 52kg -, a piauiense perdeu na repescagem para outra francesa, Astride Gneto, e ficou sem medalha.

Apesar da decepção, Sarah saiu satisfeita com sua participação. "Para mim é um ano novo, uma categoria nova e um novo tipo de luta. Apesar de ter a mesma velocidade, é outro tipo de força. Estou me adaptando", explicou à RFI Brasil depois da luta. "Apesar de não ter subido ao pódio, para mim a competição foi boa. Tive uma boa percepção lutando. E agora é ter mais calma, e trabalhar para me adaptar com essa força e um ritmo diferentes. Aos poucos, os frutos virão", disse, confiante.

Na mesma categoria, Érika Miranda também não foi além da primeira luta da repescagem. Outras duas atletas do feminino, e estreantes no Grande Slam francês, não foram bem: Larissa Farias, da categoria até 48kg perdeu na estreia e Yanka Pascoalino, caiu na segunda luta. Estreante na seleção adulta, Pascoalino deixou em lágrimas a competição. "Vim de uma competição no Japão onde também perdi na segunda luta. As adversárias são fortes, mas perdi de bobeira", lamentou. " Meu objetivo é bater as melhores, para isso treino muito, por isso fico decepcionada quando posso ganhar e perco por bobeira", disse a judoca, que vem da categoria de base e faz parte da nova geração de atletas da modalidade. "É uma grande experiência competir no alto nível, agora é melhorar e seguir passo a passo rumo ao topo", diz Yanka que tem Rafaela Silva como ídolo e fonte de inspiração.

Masculino fica sem medalha

No masculino, o Brasil teve dois representantes no primeiro dia da competição e saiu sem medalha.

Eric Takabatake na categoria até 60kg chegou a disputar o bronze depois de um percurso que começou bem, mas tropeçou no uzbeque Sharafuddin Lutfillaev. Com a derrota, ele foi para a repescagem, onde passou pelo alemão Moritz Plafky antes de enfrentar e perder o bronze para Orkhan Safarov do Azebaijão. "A sensação é de decepção, de ter nadado e morrido na praia", comentou.

Já Daniel Cargnin, competindo na categoria até 66kg, caiu na sua segunda luta contra o georgiano Margvrlashvili.

Neste domingo (12), mais oito atletas brasileiros entram no tatame para o segundo e último dia do Grand Slam de Paris.

 

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