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Esportes

Para jornal francês, Brasil e Ucrânia são campeões da Paralimpíada

media Daniel Dias, herói paralímpico brasileiro. REUTERS/Sergio Moraes

Brasil e Ucrânia são os grandes destaques dos Jogos Paralímpicos, que acontece no Rio, segundo o jornal francês La Croix. Enquanto nos Jogos Olímpicos os resultados dos dois países são bem medianos, o sucesso é indiscutível na Paralimpíada. La Croix explica que por trás desses grandes resultados, está uma forte vontade política e muitos investimentos.

O Brasil foi o sétimo colocado na Paralimpíada de Londres e primeiro, de longe, nos jogos Parapanamericanos de Toronto, em 2015. Agora, o objetivo é ficar em quinto “em casa”. O jornal francês explica que os comitês olímpico e paralímpico do Brasil se beneficiam de muitos subsídios federais e também de recursos vindos da loteria – 2,7% das apostas vão para esses comitês, sendo que mais de 37% para o paralímpico.

Artigo explica recursos vindos de loteria e bolsa-atleta no Brasil

Esses investimentos, conta La Croix, foram importantes para desenvolver uma rede nacional de infraestruturas e, principalmente, um imenso centro de treinamento para deficientes físicos atletas de alto nível em São Paulo, inaugurado em maio.

O jornal francês também relata que os atletas brasileiros – sejam olímpicos ou paralímpicos – recebem uma “bolsa-atleta”, que lhes permite treinar em tempo integral. Como Daniel Dias, estrela da natação 11 vezes campeão paralímpico.

La Croix fala também da Ucrânia, 31ª na Olimpíada do Rio, e por enquanto, terceira na Paralimpíada, com 49 medalhas, sendo 18 de ouro – bem à frente dos Estados Unidos, com 39 pódios.

Ucrânia tem centros esportivos de excelência em todo o país

O jornal francês fala dos avanços consideráveis da Ucrânia em Paralimpíadas: 35ª em Sydney, 6ª em Atlanta e 4ª em Pequim e em Londres. Entre as modalidades, os ucranianos são campeões no atletismo, judô e natação.

O sucesso ucraniano deve muito ao presidente do comitê do país, Valeriy Sushkevych, ex-campeão de natação paralímpica. Uma vasta rede de infraestruturas esportivas acessíveis a todos foram construídas em todo o país. “Em cada região da Ucrânia, há pelo menos um centro de treinamento de boa qualidade”, declarou Sushkevych ao Croix.

No entanto, a crise com a Rússia forçou o governo de Kiev a fazer cortes significativos nos gastos esportivos, explicou o ucraniano ao jornal francês. Além disso, a anexação da Crimeia pela Rússia levou à perda do melhor centro esportivo para deficientes atletas de alto nível, lamentou Sushkevych.
 

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