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Esportes

Brasil vence Alemanha nos pênaltis e conquista ouro inédito

media Jogadores do Brasil comemoram gol contra a Alemanha na final do futebol, no Maracanã. REUTERS/Yves Herman

Ponto final na longa espera pelo único título que faltava na história da seleção brasileira de futebol. Depois de um jogo eletrizante e dramático, que terminou empatado em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, Brasil e Alemanha decidiram o título nos pênaltis. O goleiro Wenderson defendeu a última cobrança alemã e Neymar decretou a vitória por 5 a 4, colocando o Brasil no alto do pódio olímpico pela primeira vez.

Capitão da seleção olímpica campeã, Neymar abriu o placar com uma cobrança perfeita de falta, aos 26 minutos do primeiro tempo. O goleiro Timo Horn tentou, mas a bola entrou, para delírio dos mais de 78 mil torcedores que lotaram o estádio Maracanã. Na comemoração, o camisa 10 imitou o “raio”, o gesto de celebração do tricampeão olímpico Usain Bolt, que assistiu a partida no Maracanã e vibrou com o gol de Neymar.

O gol traduziu a dominação do Brasil, mas a equipe tinha dificuldades em concluir bem as jogadas devido à forte marcação adversária. Com uma equipe jovem e sem grandes estrelas, a Alemanha jogou mais recuada, mas levou diversas vezes perigo ao gol, e acertou duas vezes a trave de Weverton com Brandt, de fora da área (10’) e Bender, de cabeça (34’).

No segundo tempo, atrás no placar, a Alemanha partiu para cima do Brasil, que passou a atuar nos contra-ataques. A pressão resultou no empate, aos 13 minutos. Em jogada rápida pela direita, Jeremy Toljan cruzou para o centro da área e encontrou o capitão Meyer livre de marcação. Ele chutou à direita, fora do alcance de Weverton. O Brasil voltou a assustar logo em seguida, em uma bela arrancada de Renato Augusto pela direita, mas, no cruzamento, Gabriel Jesus chutou para fora, prensado.

O jogo continuou intenso, eletrizante e equilibrado. Aos 35’, Felipe Anderson perdeu grande oportunidade ao ser lançado por Neymar, mas o zagueiro se antecipou e afastou o perigo. Em jogadas rápidas, a seleção brasileira tentava surpreender, mas pecava nas finalizações, como aos 38’, com Gabriel Jesus.

Max Meyer fez o gold e empate da Alemanha. REUTERS/Bruno Kelly

Com o empate no tempo normal, o jogo foi para a prorrogação. Na base da pressão e empurrado pela torcida, que gritava “Eu acredito” das arquibancadas, o Brasil construiu as melhores oportunidades, principalmente nos contra-ataques, mas em dois lances cara a cara com o goleiro Horn, Luan desperdiçou no primeiro tempo e Rafael Alcântara no segundo.

Na cobrança de pênaltis, o atacante Peterson desperdiçou a quarta cobrança e fez de Weverton um dos heróis da conquista inédita e um dos grandes responsáveis pela torcida soltar o grito preso durante anos: “O campeão voltou”.

Percurso complicado

O Brasil teve um percurso hesitante ao empatar sem gols durante os dois primeiros jogos da competição. Na estreia, parou na retranca da África do Sul e, na sequência, causou surpresa ao não furar o bloqueio do Iraque, país de pouca tradição no futebol.

O embalo da equipe começou a partir das quartas de final quando superou a Colômbia por 2 a 0 e a confiança aumentou depois da goleada implacável contra Honduras, no mesmo Maracanã, na disputa por uma vaga na final.

A equipe alemã começou com um percurso similar ao Brasil. Empatou as duas primeiras partidas na fase de grupos (2x2 contra o México e 3x3 contra a Coreia do Sul), antes de aplicar a maior goleada da competição, 10 a 0 nas Ilhas Fiji. Nas quartas, a Nationalmannschaft goleou Portugal por 4 a 0 antes de passar nas semis pela Nigéria, por 2 a 0.

A Nigéria ficou com a medalha de bronze ao derrotar Honduras por 3 a 2, em jogo disputado no Mineirão.

 

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