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Esportes

França massacra Islândia e faz semifinal da Eurocopa contra Alemanha

media Os "Bleus" comemoram o gol de Antoine Griezmann no jogo contra a Islândia no Stade de France. REUTERS/Carl Recine Livepic

Com a maior goleada até agora da Eurocopa, a seleção francesa humilhou os islandeses com uma vitória de 5 a 2 neste domingo (3), no Stade de France. A equipe dissipou algumas dúvidas sobre seu potencial ofensivo e ganhou também mais moral para enfrentar os campeões do mundo por uma vaga na final.

Direto do Stade de France, em Saint-Denis

Bastaram 20 minutos para a seleção francesa afastar qualquer possibilidade de ser surpreendida pela grande sensação da Eurocopa 2016. Depois de abrir o placar aos 12’, com o atacante Giroud, que aproveitou belo lançamento de Matuido para tocar rasteiro na saída do goleiro, a seleção francesa voltou a balançar as redes oito minutos depois, com Pogba de cabeça, após cobrança de escanteio.

Com o caminho da vitória aberto, a equipe de Didier Deschamps diminuiu o ritmo, mas mantinha o domínio de bola.

Ao contrário do que se viu no jogo contra a Inglaterra, os islandeses não conseguiram uma reação rápida e ameaçaram poucas vezes com lances já conhecidos de seus adversários: cobranças de lateral para a área e contra-ataques rápidos.

Até então invicta na competição, com duas vitórias e dois empates, a Islândia mostrou seus limites e cedeu espaços muito bem aproveitados pelos franceses. Aos 43, Dimitri Payet completou uma boa jogada de ataque e chutou cruzado, fora do alcance de Halldórson. E antes do apito final do primeiro tempo, Griezmann ampliou ao tocar com classe por cima do goleiro.

Para o tudo ou nada

A Islândia veio para o tudo ou nada no segundo tempo e com uma postura mais ofensiva, chegou ao primeiro gol aos 11 minutos com Sigthórson se antecipando à zaga francesa e completando uma jogada pela direita.
Antes mesmo de deixar o adversário embalar, a França ampliou novamente com Giroud, de cabeça, aos 14’, vencendo o duelo aéreo com o goleiro Halldórson.

O atacante, pendurado com um cartão amarelo, foi substituído logo depois da comemoração por Gignac, em clara tentativa de Deschamps de poupá-lo fisicamente e evitar expor o número 9 a uma eventual suspensão. A troca precoce não o impediu de ser eleito o melhor jogador em campo pela Uefa.

Ainda com gás em campo, e empurrados pela sua incansável e vibrante torcida que se deslocou do pequeno país no Atlântico Norte para viver o momento inédito da equipe na França, os islandeses chegaram ao segundo gol aos 39’ com Bjarnasson, que completou em falha de marcação da defesa.

Depois de cravar o resultado mais elástico até agora da Eurocopa, a França se prepara agora para enfrentar a Alemanha na quinta-feira, em Marselha. O time alemão passou pela Itália na disputa de cobranças de pênaltis, depois de um empate em 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação.

Paul Pogba abraça Gylfi Sigurdsson no final do jogo entre França e Islândia. REUTERS/Christian Hartmann Livepic

Sensação da Eurocopa vai embora

Com a queda da seleção islandesa, a competição perde também o entusiasmo trazido nas arquibancadas pela torcida que coloriu os estádios de azul e popularizou sua coreagrafia com as palmas das mãos erguidas. No final da partida, os jogadores islandeses ficaram vários minutos diante da torcida, para agradecer o apoio comovente das arquibancas.

Antes mesmo de ver a derrota da equipe, uma torcedora islandesa que veio de Reykjavik com seu marido e filho ponderou ao ser questionada sobre a saída da seleção Eurocopa: "para nós, é como se eles fossem campeões".
 

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