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Esportes

Eurocopa: maioria dos franceses confia na segurança dos estádios

media Policiais e equipes de socorro participam de um exercício de treinamento em caso de ataque terrorista durante a Eurocopa, no estádio Pierre Mauroy em Lille, no norte da França. 21 de Abril de 2016 DENIS CHARLET / AFP

A pouco mais de dez dias do início da Eurocopa, as autoridades testam as medidas de segurança nos estádios da França. A população está confiante: uma pesquisa de opinião aponta que a maioria dos franceses acredita que tudo ocorrerá bem durante o evento esportivo. Cerca de 10 milhões de torcedores são esperados para a maior competição esportiva do ano no Velho Continente.

Diante da contagem regressiva para a Eurocopa, que inicia no dia 10 de junho, as autoridades se concentram na segurança da competição, que será realizada meses depois do pior atentado já vivido pela França, em novembro do ano passado.

Como definiu o ministro francês do Interior, Bernard Cazeneuve, "um evento excepcional", em um "contexto excepcional" que merece um "dispositivo excepcional". No total, mais de 77 mil policiais e 13 mil agentes de segurança, além de mil socorristas, trabalharão durante a Eurocopa. "Ninguém nos impedirá, sobretudo terroristas, de vivermos normalmente, de continuarmos a celebrar os valores do esporte: fraternidade e compartilhamento", declarou o ministro.

Cazeneuve também sublinhou que controles nas fronteiras da França com outros países serão reforçados. Além disso, uma célula de análise de risco de ameaça terrorista funcionará durante 24 horas, durante todos os dias do evento. Trinta exercícios de simulação também serão realizados até a data de início da competição para preparar as forças de segurança.

Polêmica das "fan zones"

No interior dos estádios, a segurança fica a cargo da empresa organizadora do evento, a Euro 2016 SAS. A questão é "crucial", classificou Cazeneuve, especialmente nas "fan zones", áreas ao ar livre onde os torcedores podem assistir aos jogos em telões. A organização garante que tudo será feito em prol da proteção dos frequentadores, desde revistas ao monitoramento das áreas dos estádios por drones.

As "fan zones", aliás, foram alvo de polêmica no último fim de semana. O ex-primeiro-ministro francês François Fillon fez um apelo para a proibição destes espaços, considerados por ele como um alvo potencial de ataques terroristas. Mas a possibilidade foi imediatamente descartada pelo atual primeiro-ministro, Manuel Valls, salvo em "caso de ameaça específica", declarou no domingo (29). Cazeneuve sublinhou, no entanto, que as restransmissões de partidas da Eurocopa em espaços públicos sem segurança estão proibidas.

Franceses estão confiantes

Em uma pesquisa de opinião da sociedade Odoxa para a rádio francesa RTL, divulgada no domingo (29), 62% dos franceses acreditam que os estádios estarão seguros durante a Eurocopa. Mas a percentagem diminuiu em relação à março, quando a mesma enquete foi realizada e 72% dos entrevistados estavam otimistas quanto à questão.

A baixa nada tem a ver com a ameaça terrorista, mas com péssimo clima social no país, diante da revolta dos franceses com o projeto de reforma trabalhista.

Sobre as "fan zones", 49% dos franceses acreditam que elas estarão protegidas e 64% acreditam que é desnecessário proibi-las.

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