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Esportes

Candidatura de Infantino é plano "B" da UEFA para a presidência da Fifa

media Gianni Infantino, secretário-geral da Federação Europeia de Futebol. REUTERS/Denis Balibouse

A Fifa ainda deve oficializar nesta quarta-feira (28) as oito candidaturas apresentadas na disputa pela sucessão de Joseph Blatter na presidência da instituição. A grande surpresa foi a inscrição do secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, que entrou na corrida no último minuto e deverá ser a opção dos europeus caso a candidatura de Michel Platini naufrague.

Encerrado o prazo à meia-noite de segunda-feira, pelo horário suíço, o número total de candidatos chegou a oito: além de Infantino, estão na corrida o xeque Salman Al-Khalifa, do Barhein, o sul-africano Tokyo Sexwale, o príncipe jordaniano Ali Hussein, o liberiano Musa Bility, o ex-capitão da seleção de Trinidad e Tobago, David Nakhid, e os franceses Jérôme Champagne, ex-secretário-geral da Fifa, e Michel Platini, presidente da UEFA.

Com a suspensão de 90 dias de Platini, devido a suspeitas de corrupção envolvendo um pagamento recebido de Joseph Blatter, a UEFA encontrou um plano "B" para não correr o risco de ficar sem candidato na eleição prevista para o dia 26 de fevereiro.

A suspensão de Platini termina, em princípio, no começo de janeiro. Ele foi afastado das atividades do futebol pela comissão de ética da Fifa devido a um pagamento de € 1,8 milhão recebidos de Blatter, em 2011. Sem poder fazer campanha e com a imagem abalada pela denúncia, o ex-capitão da seleção francesa não tem mais garantias de que irá assumir o comando da entidade máxima do futebol.

Ex-favorito

Considerado até então favorito para assumir a presidência da Fifa, Michel Platini viu suas chances diminuírem com o afastamento, que mudou completamente o panorama da eleição.

A própria UEFA, ao lançar a candidatura do advogado ítalo-suíço Infantino, 45 anos, admite a possibilidade de que a candidatura de Platini não sobreviva até a batalha final.

O Comitê Exexutivo da Uefa deixou claro o isolamento de Platini ao não fazer referência a seu nome no comunicado publicado para confirmar a candidatura do secretário-geral da entidade. "Estamos encantados com a candidatura de Gianni", escreve a Confederação europeia de futebol.

Também sem mencionar Platini, Gianni Infantino explicou, em outro comunicado, que seu programa vai focar na necessidade de uma reforma da Fifa, "para que realmente sirva aos interesses de suas 209 federações nacionais".

Platini sofre golpe do xeque do Bahrein

No dia 15 de outubro, a UEFA havia dado todo seu apoio a Platini, mesmo se seu nome já estava envolvido com corrupção. A situação começou a se inverter no dia seguinte, quando a Federação Inglesa de Futebol retirou formalmente seu apoio ao francês.

Fontes próximas de Platini asseguram que, caso seja absolvido das acusações, Infantino irá retirar sua candidatura. No entanto, muitos demonstram ceticismo diante da situação delicada do ex-craque francês.

Outro sinal de enfraquecimento da candidatura de Michel Platini foi a confirmação da entrada na corrida pela presidência da Fifa do xeque Salman Al-Khalifa. Membro da família real do Bahrein, ele também é presidente da poderosa Confederação Asiática de Futebol. O xeque havia anunciado publicamente seu apoio a Platini, mas depois do escândalo envolvendo o presidente da UEFA, mudou de ideia e de planos.

 

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