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Esportes

Dunga assume como novo técnico da Seleção Brasileira

media Reprodução de vídeo da coletiva do novo treinador da Seleção Brasileira, Dunga nesta terça-feira, 22. CBFTV

A CBF anunciou nesta terça-feira (22) Dunga como o novo técnico da Seleção Brasileira. O ex-capitão do Brasil no título de 94 já comandou a equipe brasileira entre 2006 e 2010. Na Copa da África do Sul, sob seu comando, os brasileiros foram eliminados pela Holanda nas quartas de final.

Conforme a imprensa brasileira já havia informado no fim de semana, o nome de Dunga foi confirmado como o novo treinador da Seleção Brasileira. Na entrevista coletiva na sede da CBF, no Rio de Janeiro, o ex-capitão defendeu um “futebol total” com jogadores polivalentes. Ele também adotou uma postura humilde. “Não vou vender o sonho. Só a realidade”. (…) Já fomos os melhores. Temos que resgatar isso. Temos que trabalhar arduamente pelo direito de estarmos entre os melhores do mundo”, disse.

Apesar de não criticar diretamente seu antecessor, Luiz Felipe Scolari, Dunga alfinetou o excesso de otimismo antes de competições importantes. “Ninguém ganha nada antes de entrar em campo. A gente não pode vender uma ilusão”, declarou. Antes da Copa do Mundo deste ano, Scolari afirmou que o Brasil seria campeão em casa.

Próximos desafios

Até a próxima Copa, a Seleção terá vários desafios. Além das eliminatórias para o Mundial, já no próximo ano acontecerá a Copa América no Chile. “Teremos no caminho a Copa América, com seleções que cresceram muito, nessa mescla de jogadores novos e outros de maior experiência. Nossa maior ideia é preparar uma equipe para as Olimpíadas e nos prepararmos para as Eliminatórias, que serão difíceis e teremos que estar prontos”, avaliou o novo técnico.

Sobre a safra fraca de craques - Neymar é a única unanimidade entre torcedores e a imprensa -, Dunga defendeu o elenco atual. “Um goleiro fazer uma defesa também é arte, o zagueiro roubar uma bola também é arte. A gente não pode achar que vai encontrar o Pelé a toda hora. A gente não pode querer criar um ídolo a cada dia. O Brasil sempre teve jogadores de grande talento”, afirmou.

Volta à Seleção

Entre 2006 e 2010, o histórico como treinador do escrete canarinho acumula, entre amistosos e jogos oficiais, 42 vitórias, 12 empates e 6 derrotas. Ou seja, um aproveitamento de 76,6%. A volta de Dunga ao comando da Seleção, porém, já havia sido bastante criticada antes mesmo da sua confirmação.

Diante dos jornalistas, com quem manteve uma relação difícil no passado, ele diz não sentir o peso das críticas. “Eu acredito muito no torcedor brasileiro, no caminho que o torcedor tem pela Seleção Brasileira. Como falei, não sinto essa tamanha rejeição pelo o que está se falando por onde eu passo. Toca a nós mudarmos a opinião das pessoas”, disse.

Com um estilo zen, Dunga diz se inspirar Nelson Mandela. “Minha meta é mudar a maneira das pessoas pensarem a meu respeito. Nelson Mandela tinha tudo contra e conseguiu mudar a forma de pensar das pessoas. Espero que eu possa ter 1% da paciência dele”.

Outras propostas

Durante o tempo afastado dos gramados, Dunga afirmou que estudou e que conversou com especialistas do setor. Sem dar mais detalhes, ele disse que recusou outras ofertas de trabalho. “Tive muitas ofertas, inclusive recentemente. (…). Eu fico quieto e na hora que achar que tiver que tomar uma decisão, eu tomo”, sentenciou.

Segundo rumores da imprensa, Dunga recusou convite para comandar a equipe da Venezuela, que tenta chegar à Copa pela primeira vez. Fora a primeira passagem pela Seleção, sua única experiência como técnico foi como treinador do Internacional, em 2013.

A estreia de Dunga como técnico deve acontecer no próximo dia 5 de setembro em um amistoso contra a Colômbia.

 

 

 

 

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