Ouvir Baixar Podcast
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 27/06 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 27/06 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 27/06 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 26/06 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 26/06 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 26/06 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 26/06 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 26/06 09h36 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Esportes

Catar diz que pode fazer a Copa de 2022 em qualquer época do ano

media Trabalhadores nepaleses em um canteiro de obras de Doha, no Catar. Getty Images

O comitê executivo da Fifa iniciou hoje dois dias de reuniões a portas fechadas na sede da entidade, em Zurique (Suíça), para definir se mantém a Copa do Mundo de 2022 durante o alto verão no Catar, onde chega a fazer 45°C, ou se transfere o torneio para outro período do ano. Os clubes europeus temem que uma mudança no calendário da Copa atrapalhe as competições no continente.

O governo local afirma poder receber a Copa do Mundo de 2022 em qualquer época do ano. Uma mudança nas datas não atrapalharia as obras, declararam hoje as autoridades de Doha.

O comitê executivo da Fifa também vai analisar as repercussões das denúncias de trabalho escravo nas obras do Mundial publicadas pela imprensa britânica. O governo catariano informou hoje ter contratado um escritório de advocacia internacional para investigar as acusações.

No dia 26 de setembro, o jornal britânico The Guardian publicou uma reportagem revelando a morte de 44 trabalhadores nepaleses, entre 4 de junho e 8 de agosto passados, em canteiros de obras do Mundial de 2022. O jornal britânico embasou suas denúncias em documentos obtidos na embaixada do Nepal em Doha.

Na próxima segunda-feira, uma delegação internacional de defesa dos trabalhadores chega ao Catar para fazer um balanço da situação dos imigrantes. Na última segunda-feira, o presidente do Comitê Nacional dos Direitos Humanos do Catar, Ali Al-Marri, desmentiu os dados da reportagem do Guardian, dizendo que eles eram falsos. As convenções internacionais sobre os trabalhadores estrangeiros são respeitadas no país, declarou por sua vez um assessor do Ministério das Relações Exteriores.  

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.