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Esportes

Havelange e Teixeira receberam 40 milhões de reais em subornos, afirma justiça suíça

media Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF e ex-genro de João Havelange. © Reuters

O ex-presidente da Fifa João Havelange e o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ricardo Teixeira receberam subornos equivalentes a 40 milhões de reais em acordos relacionados com a Copa do Mundo, segundo documentos judiciais divulgados nesta quarta-feira na Suíça.O escândalo de pagamentos de propinas escancara 30 anos de um sistema de corrupção montado na Fifa.  

Para a justiça suíça, os brasileiros cometeram “enriquecimento ilícito”, causaram prejuízo para a Fifa e colocaram seus interesses pessoais acima dos interesses do futebol.

A informação faz parte de documentos oficiais da Justiça suíça que apontam para pagamentos de comissões no valor de US$ 122,5 milhões por parte da empresa de marketing ISL a cartolas pelo mundo. A Justiça também acusou a Fifa de “omissão” ao não controlar o fluxo de subornos e de saber que os cartolas recebiam propinas.

Como regra geral, a propina teria sido paga a Teixeira e Havelange para que influenciassem a Fifa na decisão de quem ficaria com os direitos de transmissão das Copas de 2002 e 2006.

A publicação do documento ocorreu depois que o Tribunal Federal da Suíça entendeu que o assunto era de “interesse público”. O documento de 42 páginas mapeia um esquema de corrupção que tomou conta da Fifa. Tudo começou quando o Tribunal de Zug decidiu investigar a quebra da empresa de marketing da Fifa, a ISL. O que descobriu foi uma ampla rede de subornos.

Em 2010, porém, o caso foi encerrado depois de um acordo entre os cartolas e o procurador suíço, envolvendo a devolução de US$ 2,5 milhões dólares pelos envolvidos à Fifa. Agora, revela uma verdadeira teia de corrupção na cúpula do futebol mundial.

 
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