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Economia

Investimentos: França entra no top 5 dos países mais atraentes, na frente da China

media França entra pela primeira vez no top 5 dos países mais atrativos para investimentos estrangeiros. Lionel BONAVENTURE / AFP

A França entrou no "top 5" dos países mais atraentes para investimentos internacionais, em detrimento da China, de acordo com o ranking anual do gabinete A. T. Kearney, publicado nesta segunda-feira (13).

De acordo com o índice de países mais propícios ao investimento estrangeiro direto (IED), realizado pela consultoria norte-americana A. T. Kearney, 77% das empresas pretendem aumentar seu nível de investimento nos próximos três anos.

Pelo sétimo ano consecutivo, os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar na lista dos países mais atraentes. Uma posição relacionada com "o seu vasto mercado interno", sua "tributação competitiva" e suas "capacidades tecnológicas", sublinha o relatório. Depois vêm a Alemanha, o Canadá e o Reino Unido, que conseguiu manter o quarto lugar, apesar da perspectiva do Brexit. A França entra pela primeira vez no "top 5", no quinto lugar, com uma atratividade que supera a da China.

A confiança na economia francesa, que "subiu acentuadamente desde a eleição de Emmanuel Macron em 2017", não foi "afetada pelo movimento dos coletes amarelos", observa a consultoria, para quem a França "continua competitiva". "A melhoria do ambiente de negócios tem sido uma das principais prioridades do governo Macron", disse em seu relatório a A. T. Kearney, que celebra a adoção pelo Parlamento da Lei do Pacto e o projeto de reforma da previdência proposto pelo Executivo.

A análise do escritório norte-americano foi elogiada no Twitter pelo ministro da Economia da França, Bruno Le Maire, para quem as reformas realizadas nos últimos meses "incentivam os investidores estrangeiros a investir na França". Segundo o ministro, "esta é uma boa notícia para a nossa economia, para o emprego, para os franceses".

Guerra comercial com EUA afetou desempenho chinês

A China, que liderou o ranking anual entre 2002 e 2012, caiu para o sétimo lugar, seu nível mais baixo desde a criação deste índice de confiança, estabelecido há vinte anos. As explicações para essa queda incluem uma "desaceleração da demanda doméstica", "queda nas exportações", "preocupações crescentes com o nível de endividamento das empresas chinesas" e "o impacto da guerra comercial com os Estados Unidos".

No total, "22 dos 25 primeiros lugares são ocupados por países desenvolvidos", diz A. T. Kerney. Segundo a consultoria, a causa seria a importância atribuída pelos investidores à questão da "governança e regulação" dentro dos mercados e países.

Criado em 2008, o relatório intitulado “A.T. Kearney´s Global Cities” foi um dos primeiros a ranquear as cidades baseadas em suas posições globais, e ele permanece altamente respeitado por sua avaliação das capacidades e do potencial da cidade. Projetada por acadêmicos e consultores de negócios, a análise é baseada em fatos e dados publicamente disponíveis.

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