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Economia

Uber decepciona em sua estreia na Bolsa de Nova York

media A estreia da Uber a Bolsa de Nova York era um dos eventos mais esperados do ano pelo mercado financeiro. REUTERS/Brendan McDermid

A plataforma de mobilidade urbana Uber não se saiu muito bem, nesta sexta-feira (10), em seu esperado lançamento na Bolsa de Nova York. As ações da empresa fecharam o pregão cotadas em US$ 41,57, valor inferior ao que havia sido estabelecido pela direção na véspera.

O CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, e vários de seus funcionários tocaram a campainha na abertura da Bolsa de Valores, em um dos lançamentos (IPOs) mais aguardados do ano em Wall Street. A companhia passou a ser cotada no New York Stock Exchange (NYSE) às 12h50 pelo horário de Brasília.

Após a oferta inicial de US$ 45 a ação, os papéis caíram 7,6%, em um mercado em baixa, especialmente volátil devido às dúvidas sobre as negociações comerciais entre a China e os Estados Unidos. A empresa, que esperava levantar US$ 8,1 bilhão, foi avaliada em US$ 81 bilhões, bem longe dos US$ 100 bilhões que eram anunciados até poucos meses atrás.

"Estou muito empolgado", disse Khosrowshahi às agências de notícias em sua chegada a Wall Street. Em seguida, em entrevista ao canal financeiro CNBC, ele explicou que o preço de US$ 45 por ação refletia "um ambiente incerto", e previu uma possível queda do valor dos papéis. "Queremos investidores que apostem no longo prazo", disse. 

Dúvidas sobre rentabilidade

Após anos de rápido crescimento, marcado por escândalos que ofuscaram sua imagem, a chegada da Uber a Wall Street desperta muito interesse. Mas os círculos financeiros duvidam da rentabilidade das plataformas de transporte, que registram grandes prejuízos e multiplicam as promoções para atrair e reter clientes.

Segundo analistas, a cautela na estreia da Uber se deve também aos problemas de seu principal concorrente nos Estados Unidos, o Lyft. Na quinta-feira, ações da empresa em Wall Street fecharam a US$ 55,18 – bem abaixo de seu preço de US$ 72 em seu IPO no fim de março.

Em documentos publicados recentemente, a Uber antecipou uma receita de cerca de US$ 3 bilhões e prejuízo de US$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2019. Para ser rentável, a plataforma tenta se diversificar, lançando serviços como entrega a domicílio, skates, bicicletas... Seu objetivo atual é se tornar a Amazon dos transportes.

Mas sua atividade enfrenta vários elementos de incerteza. Além da concorrência, a empresa é alvo de ameaças legais e regulatórias, sem esquecer dos motoristas, que entraram em greve e protestaram em várias cidades dos EUA e em Londres na quarta-feira (8).

(Com informações da AFP)  

 

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