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Economia

Países da OTAN reafirmam compromisso de destinar 2% do PIB para defesa

media A discussão sobre as contribuições de cada Estado-membro para a OTAN dominaram a reunião da organização, em Bruxelas. Ludovic Marin/Pool via REUTERS

Os líderes da OTAN se comprometeram nesta quarta-feira (11) a cumprir os objetivos de gastos militares estabelecidos em 2014. O acordo prevê que cada Estado-membro destinará, até 2024, pelo menos 2% do seu PIB ao seu orçamento de defesa. A decisão foi tomada durante o encontro da Aliança do Atlântico, que começou hoje, em Bruxelas.

Segundo a Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a pedir que os membros da OTAN dobrem seus gastos militares para 4% do PIB. Mas o que consta na declaração conjunta é o “compromisso inabalável” dos 29 países de atingir as metas estabelecidas em 2014.

Atualmente, a Bélgica gasta apenas 0,9% de seu PIB em defesa e a Alemanha 1,2%, de acordo com o relatório anual da OTAN. Estônia, Grécia, Polônia, Reino Unido e Estados Unidos atingem 2% do PIB investidos neste setor. Já a Letônia, a Lituânia e a Romênia devem atingir esta meta em 2018. A França pretende atingir esse objetivo em 2025.

Na declaração, os países compartilham sua preocupação com as ameaças representadas pela Rússia, Irã e a Coreia do Norte. Eles afirmam que as recentes ações russas minam a estabilidade e a segurança no mundo. Eles também expressam sua solidariedade à Grã-Bretanha, que acusa Moscou de ser responsável pelo envenenamento do ex-agente russo Sergei Skripal e de sua filha, no início de março, em Salisbury, no sul de Inglaterra.

Os membros da OTAN também convidaram oficialmente a Macedônia para começar as negociações de adesão à Aliança Atlântica. O acordo encontrado entre Atenas e Skopje, capital da atual Macedônia, sobre o nome da antiga República Iugoslava, que deve passar a se chamar República da Macedônia do Norte, deve possibilitar a adesão do país à OTAN. Até agora a entrada da nação era vetada pela Grécia.

 

Relações entre Estados Unidos e Europa

Depois de um começo de dia tenso em Bruxelas, com trocas de farpas entre o presidente americano Donald Trump e a chanceler alemã Angela Merkel, os ânimos parecem ter se acalmado no final do dia. 

Na chegada ao encontro, Merkel reagiu às críticas de Trump. Ele acusou Berlim de "enriquecer" a Rússia e não contribuir o suficiente para os esforços militares da OTAN. A chanceler alemã reagiu e reafirmou a independência do seu país. "Podemos conduzir nossas próprias políticas e tomar decisões independentes", disse a chanceler, sem citar diretamente o presidente americano.

Depois da troca de farpas, durante uma reunião bilateral entre os dois líderes, Trump declarou ter "relações muito boas" com a chanceler alemã. Segundo ele, na reunião foram discutidos gastos militares e de comércio.

 

Trump e Macron

Segundo o palácio do Elysée, depois de um encontro com o presidente francês Emmanuel Macron, Trump disse que "não há ruptura" entre os Estados Unidos e a Europa, apesar das tensões que agitam o encontro da OTAN, em Bruxelas. Durante uma reunião de cerca de 40 minutos com o chefe de Estado francês, Trump "recordou sua ligação pessoal com a Europa" e "transmitiu mensagens positivas e construtivas sobre a Europa", disse a Presidência francesa após a reunião. No início do encontro, o presidente americano disse à imprensa que tinha "um ótimo relacionamento" com Macron, que ele "faz um trabalho fantástico".

(com informações da Agence France Presse)

 
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