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Economia

Para futuro ministro, Alemanha deve “parar de dar lições aos outros”

media Próximo governo de Angela Merkel terá o social-democrata Olaf Scholz na pasta das Finanças. Reuters

O futuro ministro das Finanças da Alemanha, o social-democrata Olaf Scholz (SPD), afirmou em uma entrevista à revista Der Spiegel que Berlim "deve parar de dar lições de orçamento" aos outros países europeus. Ele avalia que a Alemanha "não deve mais ditar para os outros como eles devem se desenvolver", em uma crítica velada à postura do governo da chanceler Angela Merkel durante crises econômicas recentes, como a da Grécia.

Scholz acrescentou que "certamente, erros foram cometidos" no passado, em alusão à posição rígida adotada pelo antecessor na pasta, o conservador Wolfgang Schäuble. Durante oito anos, o ex-ministro defendeu a ortodoxia orçamentária não só na Alemanha, como na União Europeia – uma pressão que quase levou à expulsão da Grécia da zona do euro, no auge da crise das dívidas.

Em nome de um governo coalizão que demorou quase cinco meses para se concretizar, Merkel teve de abrir mão do ministério das Finanças, ocupado até então pelo seu partido democrata cristão (CDU). O futuro ministro social-democrata, atual prefeito de Hamburgo, garantiu que vai respeitar a linha rigorosa de controle orçamentário no país, cuja ruptura é o principal temor dos conservadores.

Mais investimentos

O acordo de coalizão prevê um pacote de € 46 bilhões para investimentos na economia e nos gastos sociais, um valor que pode ser ainda maior, graças à boa performance econômica alemã.  

O acerto entre os dois partidos sinaliza ainda uma abertura às ideias de reforma do bloco europeu defendidas pelo presidente francês, Emmanuel Macron. O documento que formaliza o pacto, contendo as bases do próximo governo, indica que fundos poderiam ser realocados para “iniciar um futuro orçamento para investimentos na zona do euro”.

Na entrevista publicada neste sábado (10), Scholz também garante que o país vai contribuir “de maneira significativa” para completar os bilhões de euros que faltarão nos caixas da União Europeia quando o Reino Unido concretizar o Brexit, a saída de Londres do bloco.

Com informações AFP

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