Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 19/11 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 19/11 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 19/11 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 19/11 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 19/11 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 19/11 08h30 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 17/11 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 17/11 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Últimas notícias
  • Alheio às críticas, Robert Mugabe diz que permanece na presidência do Zimbábue
Economia

OCDE menos pessimista sobre recessão no Brasil

media DR

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) se mostrou nesta quarta-feira (21) menos pessimista sobre a recessão no Brasil e prevê uma queda do PIB de -3,3% em 2016, contra a previsão anterior de -4,3%, anunciada em junho, ao mesmo tempo que a nível mundial reduziu levemente as previsões de crescimento.

Para 2017, a OCDE prevê para o Brasil um Produto Interno Bruto (PIB) ainda negativo, de -0,3%, um resultado bem mais otimista que a previsão de junho (-1,7%). A nível mundial, o PIB crescerá 2,9% em 2016, 0,1% a menos que nas previsões de junho, anunciou a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos, que considera que a economia "permanece atrelada a um crescimento frágil".

Para 2017 o cenário é similar e a organização com sede em Paris prevê agora um crescimento de 3,2% - 0,1% a menos que em junho. "A forte redução do comércio mundial ressalta as preocupações sobre a solidez da economia e as dificuldades para sair desta armadilha do crescimento frágil", afirmou a economista chefe da OCDE, Catherine L. Mann.

Crescimento das economias desenvolvidas continua frágil

Na maioria das economias desenvolvidas o crescimento continuará sendo frágil. É o caso dos Estados Unidos, onde a OCDE prevê um crescimento de 1,4% este ano e de 2,1% em 2017. Na zona do euro o avanço será de 1,5% em 2016 e 1,4% em 2017. Para a China, cuja desaceleração econômica pode ter consequências a nível global, a organização mantém as previsões de junho (6,5% em 2016 e de 6,2% em 2017).

A fim de enfrentar o crescimento fraco, a OCDE voltou a pedir aos governos que aproveitem as taxas de juros reduzidas para aumentar o gasto público. "As baixas taxas de juros oferecem aos governos mais espaço fiscal para investir em capital humano e infraestruturas", indica a organização.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.