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Economia

Oito empresas espanholas disputam trem-bala na região sudeste do Brasil

media Ana Pastor, ministra espanhola do Desenvolvimento, durante inauguração de novo trecho do trem-bala na Catalunha. REUTERS/Toni Albir/Pool

Oito empresas espanholas do setor público e privado integram o consórcio que vai disputar a licitação para a construção da linha ferroviária de alta velocidade entre o Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, informou nesta quarta-feira a ministra do Desenvolvimento espanhola, Ana Pastor.

A Espanha quer repetir a façanha de 2011, quando o país conquistou o contrato da linha de alta velocidade entre Meca e Medina, na Arábia Saudita, com uma oferta de 6,7 bilhões de euros (cerca de 17 bilhões de reais), derrotando as francesas Alstom-SNCF. Além das empresas públicas Adif, Ineco e Renfe, também formam o consórcio os grupos privados espanhóis Talgo, Elecnor, Cobra, Abengoa e Indra, além da francesa Thales, da canadense Bombardier e da alemã Dimetronic, filial da Siemens.

"O modelo espanhol de alta velocidade ferroviária é uma referência internacional", destacou a ministra em comunicado. A Espanha é campeã europeia e número 2 mundial por número de quilômetros instalados de ferrovias adaptadas ao trem-bala. Com a crise na Europa e a estagnação de projetos no continente, as empresas especializadas nesse setor buscam contratos no exterior.

O trem-bala entre Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas deve custar aos cofres públicos brasileiros cerca de 12 bilhões de euros e estar operacional em 2020. O vencedor da concorrência deve ser conhecido no dia 19 de setembro de 2013. O prazo para apresentação das candidaturas vai até 13 de agosto. Também estão interessados os grupos GEC Alstom, da França, Mitsui, do Japão, e Hyundai da Coreia do Sul.

 
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