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Economia

Comissão Europeia pressiona Grécia por mais austeridade

media O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso (esq), e o premiê grego, Antonis Samaras (dir), em reunião em Atenas. REUTERS/John Kolesidis

O primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, encontra-se nesta manhã com os chefes da missão da troika, que representa os credores do país, para finalizar as novas medidas de rigor que a Grécia deve adotar para 2013 e 2014.

Em visita ao país ontem, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, insistiu que a Grécia pertence à zona do euro. "O povo grego deve ter esperança", disse Barroso. Mas ele insistiu que "para manter a confiança dos parceiros europeus e internacionais, os atrasos [no cumprimento do programa] têm que terminar". Ele também reiterou que "palavras não são suficientes e que os atos são mais importantes". O recado foi uma menção aos sucessivos planos econômicos lançados pelos governos gregos anteriores que nunca saíram do papel. Desta vez, Barroso cobra mais seriedade, o que deve incluir novas medidas de austeridade.

O relatório da troika, que é formada pelo Banco Central Europeu, a União Europeia e FMI, será apresentado em setembro e será determinante para que a Europa desbloqueie a nova parcela de ajuda de 31,5 bilhões de euros. Como gesto de boa vontade, o premiê grego, Antonis Samaras, anunciou que pretende economizar 27 milhões de euros a mais do que o exigido. Os cortes virão, principalmente, da folha de pagamento dos ministros e e dos gastos dos ministérios. A imprensa grega, porém, teme que o sacrifício venha da redução das aposentadorias e dos salários dos funcionários públicos.

Segundo o ministro grego do Emprego, Yannis Vroutsis, 44% das reduções de gastos devem vir da sua pasta. O ex-ministro da economia Evangélos Vénizélos, pediu que os parceiros eeuropeus não exijam da Grécia "um sacrfício de Efigênia", personagem da mitologia que foi oferecida em sacrifício para assegurar a vitória à Grécia da Guerra de Tróia. Para Vénizélos, exigir mais austeridade da Grécia seria um verdadeiro "suicídio".

O esforço adicional, aliás, pode surtir pouco efeito para manter a Grécia na zona do euro. Os mercados continuam a apostar na saída da Grécia da moeda única europeia. O banco Citibank afirma que essa probabilidade é de 90% num prazo de 12 a 18 meses.

 

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