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Economia

Danos aos oceanos poderão custar US$ 2 trilhões por ano

media Flickr/ealmats

Se nada for feito para atenuar o aquecimento global, o custo dos desgastes causados aos oceanos poderá chegar a cerca de 2 trilhões de dólares por ano até 2100 para a economia mundial, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira pelo Instituto Ambiental de Estocolmo.

Uma equipe de especialistas suecos calculou os prejuízos ocasionados pelas mudanças climáticas na pesca e no turismo, além dos custos provocados por tempestades, pela subida do nível das águas e pela redução da função oceânica de poço de carbono.

Dois cenários foram analisados, um pessimista e o outro otimista. O primeiro é baseado na elevação do nível de emissões de gás de efeito estufa, que devem causar uma alta de 4 graus Celsius na temperatura média global até 2100. Neste caso, os danos aos oceanos terão gastos de 2 trilhões de dólares por ano, equivalente a 0,37% do PIB mundial. As perdas para o turismo chegariam a 640 bilhões de dólares e para a pesca, 340 bilhões de dólares.

O segundo cenário inclui uma redução rápida das emissões nos próximos 90 anos, o que limitaria o aumento da temperatura média do planeta a 2,2 graus. Neste caso, os prejuízos causados aos oceanos seriam bem menores (610 bilhões de dólares), com as consequências negativas para o turismo estimadas em 300 bilhões de dólares e as da pesca em 260 bilhões de dólares.

"Estes números são apenas a parte visível do icebergue, mas dão uma indicação do custo que se pode evitar, em termos de futuros desgastes ambientais nos oceanos em uma escala global", disse o diretor do instituto sueco, Franck Ackerman.

Entre os problemas identificados nos oceanos estão a acidificação e o aquecimento crescente, a multiplicação de zonas mortas, os riscos de inundações, a subida do nível das águas e a poluição marinha.

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