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Economia

Eurogrupo pressiona por mais esforços da Grécia

media Da esquerda para a direita, Wolfgang Schaeuble, ministro da Economia alemão e seus colegas Jacek Rostowski (Polônia), Francois Baroin (França) e o chanceler britânico de Exchequer, George Osborne, durante encontro em Bruxelas nesta terça-feira. REUTERS/Francois Lenoir

Reunidos em Bruxelas, os ministros das Finanças da União Europeia voltaram a dar um puxão de orelhas na Grécia e afirmaram que só vão liberar o novo empréstimo previsto ao país se o governo fizer mais esforços para controlar seus gastos. Após uma longa reunião que terminou nesta madrugada, o chefe do chamado Eurogrupo, o luxemburguês Jean Claude Juncker, confirmou que os gregos não cumpriram as metas de seu orçamento.

Apesar das medidas do plano de austeridade, a Grécia não arrecadou o suficiente para reduzir seu déficit de 2011. Por isso, a pressão dos parceiros europeus para que o governo avance em reformas estruturais para estimular o crescimento e tornar a dívida sustentável.

O presidente do Eurogrupo também disse que o governo grego precisa chegar urgentemente a um acordo com seus credores, a União Europeia, o Banco Central Europeu e o FMI, sobre um novo programa ambicioso de ajustes. Sem isso, o repasse do empréstimo de 130 bilhões de euros aprovado à Grécia em outubro do ano passado não vai sair.

"Pedimos ao governo grego e ao setor privado que concluam um acordo nos próximos dias", disse o presidente do Eurogrupo, Jean Claude Juncker, durante entrevista coletiva, ao fim de uma reunião dos 17 ministros da Eurozona, em Bruxelas.

O acordo da Grécia com seus credores deve ser concluído até dia 20 de março, data em que o país deverá reembolsar mais de 14 bilhões de euros para pagamento de empréstimo e afastar o risco de uma falência.

A Grécia decidiu prorrogar até 13 de fevereiro a possibilidade de chegar a um acordo com os bancos privados, os principais credores de sua dívida. "As negociações com o setor privado continuarão de forma intensiva, com o objetivo de chegar a um acordo em 13 de fevereiro", destacou uma fonte diplomática em Atenas.

O representante do setor bancário internacional, Charles Dallara, declarou que os credores privados apresentaram sua oferta "máxima" sobre o que estão dispostos a suportar como perda.

O objetivo da negociação em Atenas era que os banqueiros aceitem voluntariamente perdoar 100 bilhões de euros da dívida pública grega para evitar a quebra desordenada do país. A ideia é reduzir o peso da dívida de 162% (350 bilhões de euros) do Produto Interno Bruto (PIB) para 120% em 2020, mediante uma troca de bônus. Mas ainda resta resolver os juros dos novos títulos que a Grécia emitirá dentro desta troca e a magnitude exata das perdas que os bancos sofrerão.
 

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