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Economia

Bruxelas vai investigar Google por abuso de posição dominante

media A Comissão Europeia quer determinar se o Google abusou de sua posição no mercado. Flickr/ A. Bachellier

A Comissão Europeia anunciou nesta terça-feira que vai abrir investigação formal contra a Google para tentar determinar se o site de busca abusou de sua posição no mercado para prejudicar seus rivais.

Bruxelas vai tentar verificar denúncias de que o Google teria posicionado os links dos sites concorrentes em lugares menos visíveis nas páginas dos resultados de pesquisas on line.

Também vai tentar verificar as acusações de que o site imporia a seus parceiros publicitários, assim como a seus fornecedores de computadores e softwares, cláusulas de exclusividade para "excluir os concorrentes dos motores de pesquisa".

A decisão veio depois da queixa de três sites de busca rivais. Eles afirmam que são colocados em posição de desvantagem, bem abaixo das páginas de referências dos serviços do próprio Google, tanto nas pesquisas normais quanto nas patrocinadas.

As primeiras queixas aconteceram em fevereiro deste ano por parte do site britânico Foundem, de comparação de preços, do site francês ejustice.fr, especialista em questões jurídicas, e do site de compras da Microsoft, chamado Ciao.

Em resposta, Google emitiu um comunicado, afirmando que suas práticas não demonstram abuso ou má conduta. "Mas sempre haverá espaço para melhorias e por isso vamos trabalhar com a Comissão Europeia para responder a qualquer dúvida", indica o comunicado.

A Comissão Europeia deixou claro que não está investigando irregularidades no Google, mas, sim, as denúncias de que estaria prejudicando seus concorrentes. Se houver confirmação, aí sim a Comissão poderia abrir um vasto inquérito que poderia terminar com um belo rombo nas finanças do super site: uma multa equivalente a 10% do seu faturamento, em torno de US$2,4 bilhões, se a referência for o faturamento do ano passado.

 
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