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Cultura

Cannes reverencia a 7ª Arte na sua potência máxima, diz Maria Fernanda Cândido

media Maria Fernanda Cândido conversou com a RFI um dia após a projeção de gala do filme “O Traidor” RFI

O filme “O Traidor”, de Marco Bellocchio, foi a última participação do Brasil no 72° Festival de Cinema de Cannes. A atriz brasileira Maria Fernanda Cândido, que faz parte do elenco, fala sobre a experiência de concorrer à Palma de Ouro pela primeira vez e do trabalho com o cineasta italiano.

Enviado especial a Cannes

A imagem de Maria Fernanda Cândido subindo as escadarias do Palácio dos Festivais foi um dos pontos altos da participação brasileira nessa reta final do evento na Riviera Francesa, que termina neste sábado (25) . Cercada pela equipe do filme, totalmente masculina, ela chamou a atenção com seu vestido Dior, que destoava de forma elegante no ensemble de smokings.

A atriz, que começou como modelo antes de consolidar uma trajetória na televisão, está acostumada a ficar sob os holofotes, mas diz que Cannes foi uma experiência única.“Independentemente de qualquer história de vida ou da carreira que você tenha construído, o tapete vermelho de Cannes é especial, pois esse festival reverencia o cinema de uma maneira muito específica, com diretores do mundo todo e um cinema de autor, que é imensamente prestigiado”, contou Maria Fernanda em exclusividade à RFI.

“É a celebração da 7ª Arte na sua potência máxima. E eu tive a experiência de estar nesse lugar em que a história do cinema vem se fazendo. Foi muito especial”.

Incursão no mundo da máfia

Maria Fernanda vive nas telas Cristina, a mulher de Tommaso Buscetta, mafioso que decidiu denunciar os colegas da Cosa Nostra à justiça nos anos 1980. Totalmente inspirado em uma história real, "O Traidor" conta como Buscetta fugiu para o Brasil para escapar da guerra lançada pelos Corleone pelo controle da máfia na Sicília.

Coprodução ítalo-brasileira, o filme foi bem-recebido e aplaudido durante 13 minutos em sua projeção de gala. A trama é dirigida por Marco Bellocchio, lenda viva da cinematografia italiana. “É um monstro do cinema, um diretor aclamado pelo mundo todo”, comenta Maria Fernanda. O diretor de “Em Nome do Pai” ou “Salto no Vazio”, tem quase 80 anos, mas segundo a atriz, “tem uma cabeça e uma postura no set de filmagem de um jovem de 25 anos”.

“Ele é muito aberto a toda contribuição que o ator possa trazer e não tem medo das contradições, do paradoxo, da complexidade humana e dos silêncios”, comenta. “Foi uma grande aventura para mim caminhar rumo ao desconhecido do lado desse diretor tão magnífico, que é o Marco Bellocchio”, conclui Maria Fernanda Cândido.

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