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Simone Menezes rege orquestra francesa em show de Seu Jorge

Simone Menezes rege orquestra francesa em show de Seu Jorge
 
A regente Simone Menezes. @simone menezes

A paulista Simone Menezes vai reger a Orquestra Nacional d’Île de France neste domingo (8), na Filarmônica, em Paris, acompanhando Seu Jorge, no espetáculo do carioca em homenagem a David Bowie. Em entrevista à RFI Brasil ela fala sobre o show, Villa-Lobos e o machismo no mundo da música clássica.

O espetáculo de Seu Jorge é um sucesso internacional e retorna à Europa neste verão, passando por Paris. O artista retoma o personagem Pelé dos Santos, do filme “Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), do diretor americano Wes Anderson. Como no longa, ele canta grandes sucessos de David Bowie, acompanhado só de um violão. Mas, a partir de uma iniciativa da Filarmônica de Paris, agora junto com uma orquestra.

Simone Menezes fala com entusiasmo sobre o projeto. “São músicas de um roqueiro, com um cantor brasileiro, uma orquestra francesa e arranjos de David Campbell, que faz orquestrações para a Disney e grandes nomes americanos”, diz. Para ela, é “uma salada mista da modernidade que atrai todos os públicos, de rock, de MPB e de orquestra, tanto que os ingressos estão esgotados há três meses”.

Villa-Lobos Project

A regente também está à frente do Villa-Lobos Project, que tem como objetivo ampliar o espaço do compositor e da música erudita brasileira no cenário mundial. “Ele é conhecido no Brasil e no mundo, mas não tem o lugar que deveria ter. Os compositores que se impõem no mercado internacional costumam ter por trás grandes artistas. Precisamos mobilizar os músicos brasileiros de primeiro escalão a propor Villa-Lobos nas salas de concerto internacionais”, explica.

Simone Menezes acha que o machismo ainda dita regras no mundo da música erudita, mas que isso vem mudando nos últimos anos. O acesso, aliás, na visão da regente, é até mais fácil no Brasil, que é parte do “Novo Mundo”, com oportunidades mais “meritórias que tradicionais”.


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