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Filme sobre Rio antes dos Jogos mostra resistência de comunidade

Filme sobre Rio antes dos Jogos mostra resistência de comunidade
 
A atriz Marina Provenzano, à esquerda, e a diretora Marina Meliande, à direita, falam sobre "Mormaço". RFI

“Mormaço” é um dos filmes brasileiros em competição de longa-metragem no Cinélatino, que acontece em Toulouse, no sudoeste da França. O filme é dirigido por Marina Meliande e tem como atriz principal, Marina Provenzano, ambas carioca.

O longa fala sobre a resistência de uma comunidade ameaçada de remoção na preparação dos Jogos Olímpicos de 2016. “A Vila Autódromo existe de verdade e fica ao lado do antigo circuito de Jacarepaguá, que viria a ser a Vila Olímpica. Mas a comunidade, que tem direito da terra, não estava nos planos originais de remoção, mas a prefeitura queria aproveitar para maquiar a área, construir um parque”, conta Marina Meliande.

Marina Provenzano faz Ana, promotora pública empenhada na defesa dos moradores da área. “Já na fase de testes e depois sabendo um pouco mais, fiquei muito encantada com o roteiro. E logo comecei a visitar a comunidade junto com a equipe. Como todo mundo envolvido no projeto, todos estavam se sentindo sem lugar na cidade, claro que de formas diferentes”, diz a atriz.

O filme parece um triste prenúncio dos tempos sombrios que vive a cidade hoje. “O filme fala bastante do início de um processo, o Estado entrou em falência logo após a olimpíada”, relata a diretora. “Muitos investimentos para esses grandes eventos, sejam os jogos, seja a Copa, para construir a imagem de uma cidade bem sucedida, ‘commodity’”, continua. “E o caso Marielle é emblemático sobre como a gente está se sentindo ameaçada quando se fala em questões de direitos humanos”, completa Meliande.

Marina Provenzano, que agora mora em Amsterdã, na Holanda, conta que há um interesse a respeito da situação no Brasil, pois é uma situação vista como muito abstrata. “Estamos no centro da produção de informações, há questões vindo do mundo todo, tem a Síria, por exemplo. Você pensa que a questão do seu país é a maior do mundo, mas cruza outras pessoas vindas de lugares pegando fogo também.

 

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